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Cruzeiro supera expulsões e segura empate com Tombense na semifinal do Mineiro :: ogol.com.br

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O Cruzeiro não teve vida fácil diante do Tombense na primeira partida da semifinal do Campeonato Mineiro. Em Ipatinga, a Raposa até começou melhor, pressionou, mas precisou defender mais para segurar um empate em 0 a 0 após ter dois jogadores expulsos. 

As equipes voltam a se enfrentar no próximo domingo, no Mineirão, pela partida de volta. A outra semifinal do Estadual tem Atlético Mineiro e América Mineiro. 

Pressão até ter zagueiro expulso

O Cruzeiro já assustou com uma boa chance no primeiro minuto, quando João Marrcelo cabeceou após cobrança de escanteio e a bola raspou o travessão após grande defesa do goleir Felipe Garcia. Aos 7, após roubada de bola no ataque, Rafael Elias avançou até a área, soltou a pancada, mas errou por pouco. A imposição da Raposa seguiu grande, em instantes iniciais de boa pressão e intensidade contra o Tombense que pouco fez. 

A primeira finalização do Tombense aconteceu aos 13, na bola parada, que Pedro Costa cobrou falta quase na linha da área, mas mandou por cima da meta. O Cruzeiro seguiu pressionando. Aos 17, Rafael Elias recebeu na área, levou a melhor contra três zagueiros, mas caiu na área e a reclamação pelo pênalti não marcado foi grande. Aos 21, Matheus Pereira ia marcando um golaço cobrando escanteio direto, mas Felipe Garcia fez uma grande defesa. 

O jogo seguiu como um ataque contra defesa. Aos 24, Marlon fez um cruzamento perfeito para Zé Ivaldo, que cabeceou no cantinho e parou em nova intervenção perfeito de Felipe Garcia. Aos 28, o zagueiro do Cruzeiro voltou a aparecer bem no alto após escanteio e sua cabeçada tocou no pé da trave. O Tombense respondeu aos 31, quando Felipinho arriscou de longe e Rafael Cabral caiu no canto para defender. 

Só que a situação do Cruzeiro ficou mais complicada aos 34, quando após revisão no VAR, o árbitro expulsou Zé Ivaldo por uma falta. Aos 39, o Tombense quase teve um gol contra em vacilos de Rafael Cabral e João Marcelo na pequena área. Aos 43, após tabela na área, Igor Bahia parou no goleiro da Raposa. Do outro lado, no contra-ataque, William colocou na cabeça de Matheus Pereira, que cabeceou para o lado de fora da rede. 

Mais travado e nova expulsão

Na volta para o segundo tempo, o Cruzeiro esteve mais acertado, sem deixar o Tombense ser o dono da bola a todo instante e criar chances claras de marcar. O gigante mineiro ainda seguiu aparecendo no ataque, principalmente através de bolas paradas e do jogo aéreo. Aos 11, após cobrança de escanteio, Rafael Elias levou a melhor na primeira trave e cabeceou por cima da meta. 

Do lado do Tombense, sem conseguir envolver a marcação, a alternativa foi em chutes de fora da área. Zé Vitor tentou de muito longe, mas não levou perigo ao gol defendido por Rafael Cabral. Uma chegada melhor do time mandante aconteceu aos 17, quando Igor Bahia aproveitou cruzamento da direita e cabeceou para fora, com perigo. 

A grande chance do Tombense abrir o placar foi aos 22, quando após confusão na entrada da área, Rafinha ficou com a sobra, girou contra a marcação e soltou para grande defesa de Rafael Cabral, que espalmou. Mas no geral, o segundo temnpo esteve mais travado, com o Cruzeiro negando os espaços na defesa, mas com poucas alternativas no ataque. Aos 32, Romero teve campo livre para correr, mas tentou encobrir o goleiro de muito longe e errou. 

O tempo foi passando e chegou a reta final, quando a situação do Cruzeiro ficou ainda pior aos 40, quando Marlon levou o segundo amarelo e foi expulso. Ainda assim, a Raposa que assustou aos 48, quando Dinnenno fez corta-luz e Villalba bateu para fora. O Tombense parou em Rafael Cabral aos 50, no chute forte de Denner. Apesar da circunstância, o Cruzeiro conseguiu segurar o empate. 



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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