Futebol Geral
Haaland, humano ou mquina? :: ogol.com.br

Stephen Gillett, Richard Cole e Alex Lawes adicionam um pouco de “Molho Ingls” para oGol. A coluna dedicada ao futebol ingls – seja no cenrio de clubes ou seleo. Do “Dog and Duck” a Wembley, de Gazza a Wazza, o Playmaker pretende trazer-lhe novos ngulos sobre as histrias que importam.
A Premier League entra na reta final com o trio Liverpool, Arsenal e Manchester City em uma acirrada disputa pelo topo. Todos com chances genuínas de título, em uma corrida que promete ser das mais competitivas e emocionantes dos últimos anos.
O trio de potências sabe que a chave para o título passa pela atuação de seus craques nestes próximos dois meses. No caso do City, Erling Haaland pode ser o diferencial, mas o camisa 9 dos campeões enfrenta sérios problemas no momento.
A máquina de gols emperrou. A sequência de três jogos sem marcar para o Manchester City pode parecer pouco para padrões humanos – mas 315 minutos sem encontrar as redes é uma eternidade para Haaland.
Praticamente anônimo no empate em 0 a 0 do City com o Arsenal no último fim de semana, Haaland recebeu críticas pesadas por mais uma exibição abaixo das expectativas. O lendário, e polêmico, comentarista Roy Keane, ex-jogador do Manchester United, criticou o norueguês sem piedade.
Keane certamente não se conteve ao afirmar que Haaland era “quase como um jogador da League Two (quarta divisão)”. Para o ídolo dos rivais, o jogo do atacante é “muito pobre” no geral.
Os comentários do irlandês foram particularmente selvagens (embora não tanto quanto o seu carrinho que encerrou a carreira do pai de Erling em 2001), mas havia um toque de verdade neles. Haaland parece ter passado de um peso pesado de classe mundial para um peso leve em questão de meses.
Então, quão preocupados os torcedores do City deveriam estar? E, inversamente, quão altas devem ser as esperanças dos torcedores do Liverpool e do Arsenal?
Um super-herói em crise de confiança?
Depois de se destacar no RB Salzburg, a ascensão meteórica de Haaland o viu marcar gols em uma taxa assustadora e, desde que ingressou no City em 2022, ele marcou 81 gols em 88 jogos, venceu o ‘Triplete’ com a equipe de Pep Guardiola e foi alçado ao patamar dos grandes nomes da sua geração .
Não há dúvida de que Haaland é um fenômeno – uma mistura extravagante de velocidade, força e elegância que normalmente aterroriza os melhores defensores do ramo. No entanto, esse não é o Haaland que temos visto no momento. Os últimos meses têm sido marcados por erros incomuns.
Contra o Chelsea, em fevereiro, Haaland falhou um voleio de rotina com o gol à sua mercê. Depois mandou cabeçada para fora a partir de um cruzamento característico de Kevin De Bruyne (algumas coisas não mudam!).
Avançamos um mês para o Derby de Manchester e parecia haver apenas um final possível quando Phil Foden cabeceou de volta para Haaland, a dois metros do gol… mas, NÃO, o goleador extraordinário perdeu de forma ainda mais extraordinária.
Pode não ter sido tão monumental quanto seu erro contra o United, mas a puxeta de Haaland na reta final contra o Arsenal no último fim de semana foi mais uma prova a ser adicionada à sua crescente lista de erros invulgares nesta temporada.
Haaland é apenas humano?
Embora seja fácil entrar na onda e criticar Haaland após a série de erros e exibições ruins, ele deve ser perdoado por ter perdido quase todo o mês de dezembro e janeiro com uma lesão no pé.
E, na realidade, em termos puramente de gols, ele não esteve exatamente mal!
Haaland marcou 10 gols e deu uma assistência em 12 jogos desde que voltou de lesão. Um desempenho que qualquer outro atacante do país aceitaria de bom grado.
Como todos os bons atacantes vão dizer, encontrar as posições certas para perder chances é essencial para marcar gols. Os erros de Haaland em destaque nas últimas semanas podem realmente ser apresentados como evidência de que ele estava no lugar certo, e provavelmente voltará a ser o melhor goleador em breve.
O verdadeiro Erling Haaland vai se apresentar?
Apesar de estarem em terceiro na Premier League, o Manchester City segue sendo favorito nesta temporada. Pela mesma lógica, é de se esperar que Haaland se transformasse novamente de mortal em “Galáctico”, carregando os Citizens ao título.
Embora ele pareça um passo atrás fisicamente e mentalmente no momento, ele tem a capacidade única de marcar gols. Algo que simplesmente não desaparece de um jogador.
A única ressalva é que talvez as leis normais do futebol não se apliquem a alguém tão singular quanto Haaland… Talvez habitemos em um universo estranho no qual o melhor goleador da galáxia possa perder completamente o faro de gol?
Os próximos meses serão fascinantes por muitas razões. Assistir a Haaland tentar dar a volta por cima será uma delas.
A forma é temporária, a classe é permanente. Não é?
Texto por Stephen Gillett
Futebol Geral
Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.
O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.
Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.
Futebol Geral
Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.
Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.
Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe
O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.
As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.
Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.
Centroavante decide novamente
Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.
Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.
A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.
A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.
Futebol Geral
Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.
Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.
Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende
A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.
Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.
O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.
A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.
Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.
Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra
Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.
Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.
A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.
O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.
A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.
A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.
Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.
-
Futebol Geral3 years agoBernard cumpre promessa e volta ao Atltico aps uma dcada :: ogol.com.br
-
Jogos3 years ago: Basketball Champions League 2023/24 :: Ficha do Jogo :: ogol.com.br
-
Futebol Geral2 years agoFica quem estiver a fim :: ogol.com.br
-
Futebol Geral2 years agoHolanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br
-
Futebol Geral2 years agoVila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br
-
Jogos3 years ago: Liga Eslovena Andebol 2023/24 :: Ficha do Jogo :: ogol.com.br
-
Futebol Geral2 years agoAps uma dcada na Europa, zagueiro da seleo uruguaia retorna ao Nacional :: ogol.com.br
-
Futebol Geral2 years agoChape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br
