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Futebol Geral

a lapidao do craque a lapidao do soccer :: ogol.com.br

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A Amrica do Norte a terra do Donuts, do Maple Syrup, do Poutine, de calor e frio extremo. Do basquete da NBA, do hockey da NHL, do baseball da MLB. E tambm a terra do soccer.

O adolescente Cavan Sullivan conquistou, no fim de semana, a Adidas Generation Cup com o time sub-17 do Philadelphia Union, que havia eliminado o Flamengo nas semifinais. Sullivan, alvo de Bayern de Munique, Real Madrid, Borussia Dortmund e PSG, já tem acordo para reforçar no futuro o Manchester City. A joia estadunidense nasce de um projeto de futebol a longo prazo, com especial zelo pela formação dos atletas. 

Ao longo dos últimos anos, vimos potências econômicas usarem o futebol como arma de legitimidade internacional. Craques que brilhavam em grandes equipes de ligas de ponta da Europa começaram a se mudar para a China, para a Arábia Saudita. A Rússia também teve seus momentos. 

A Superliga Chinesa chegou a ter nomes como Nicolas Anelka, Didier Drogba, Fellaini, Hulk, Oscar e Paulinho. O Zenit, de São Petersburgo, superou os 40 milhões de euros em investimentos para contratar Malcom, Witsel e Hulk, enquanto o Anzhi beirou o valor para ter Willian. Hoje, jogam na Arábia Saudita Cristiano Ronaldo, Sadio Mané, Neymar, o próprio Malcom, Brozovic, Mitrovic, Roberto Firmino, entre outros. 

A MLS, por outro lado, é vista por muitos como uma liga que só aposta em veteranos. De fato, o é em muitos momentos. Não tem como refutar tal argumento em uma liga que, na atual temporada, junta Lionel Messi, Luís Suárez, Jordi Alba e Sergio Busquets. Mas o futebol norte-americano, especificamente em Estados Unidos e Canadá, tem, também, um projeto para o longo prazo. 

A lapidação do talento 

Futebol é, acima de tudo, negócio na América do Norte. Aqui, perceberam que uma liga, além de receita com direitos televisivos, vendas de camisas e ingressos pela aparição de craques internacionais, pode ser um negócio lucrativo também com a transferência de jogadores. Descobriram que o futebol é um esporte diferente do hockey, do futebol americano, do basquete.

Formar jogadores já era um negócio lucrativo na América do Norte. Mas não para alta performance. Com a popularidade do soccer crescendo, os pais passaram a ter uma nova opção de esporte de verão para os filhos. Um esporte que poderia, também, ser opção para aquelas famílias que não tinham condições de investir em equipamentos para o hockey, esporte mais popular no Canadá. A explosão do soccer foi a explosão das academies. 

As academies funcionam como “escolinhas” de futebol. Seja para uma prática recreativa como, também, para a evolução para o âmbito profissional. Cada região tem sua pirâmide de futebol que pode levar, ou não, ao profissionalismo. Pode ter o objetivo, também, educacional, na busca por uma bolsa em uma universidade.

O click para os clubes profissionais darem mais atenção para a formação de jogadores demorou um pouco (e ainda demora, em alguns casos). Os clubes da Canadian Premier League, única liga profissional exclusivamente do Canadá, não têm divisões de base. Alguns têm equipe sub-23. E só. A base é feita em academies menores, que não completam o pathway para o profissional. 

Os clubes da Major League Soccer, entretanto, investem cada vez mais nas suas camadas jovens. E a liga, por sua vez, entende a importância do processo de formação dos atletas para o desenvolvimento do esporte e, consequentemente, o desenvolvimento da própria liga. Tanto que, neste ano, criou o Development Grant Program, um programa que estimula as academies formadoras. Desde que a escolinha seja vinculada a liga, a academy participa de um programa de bonificação pela formação de jogadores de alta performance.

Um atleta formado por uma academy pode render a mesma um retorno financeiro caso assine contrato profissional com uma equipe da MLS. O valor pode ficar maior caso o atleta atinja certas metas, como, por exemplo, número de jogos na liga. É uma espécie de mecanismo de solidariedade interno. Estimula as academies a formarem jogadores para a liga. 

O prodígio Sullivan

Nascido na Philadelphia, Sullivan se juntou a academy do Philadelphia Union ainda em 2020, junto com seu irmão, Quinn Sullivan, que hoje já está no time profissional do Philadelphia Union. A ascensão foi meteórica. 

O adolescente logo passou a pular etapas, figurou nas seleções de base dos Estados Unidos e foi campeão e melhor jogador da Copa da Concacaf sub-15 em 2023, conquistada em cima do México. A superioridade dos Estados Unidos sobre os mexicanos, já mencionada aqui, acontece, também, na base. 

Os pais de Cavan jogaram futebol universitário, e seu avô jogou e treinou equipes de futebol, sendo o técnico, inclusive, de Jim Curtin, comandante do time principal do Philadelphia Union. A cultura do futebol estava intrínseca na família. 

Mas a família Sullivan é, hoje, apenas mais um exemplo de como o soccer se desenvolveu na América do Norte. Cavan é um ponto fora da curva, um fora de série. Mas é mais um exemplo de que o projeto de futebol na MLS vai além do hoje. É um projeto a longo prazo. 

Na própria Adidas Generation Cup que o Union superou o Flamengo no caminho até a final, o L.A Galaxy eliminou o River Plate. No sub-15 do mesmo torneio, o Toronto F.C deixou pelo caminho o Sporting, de Portugal, e o Arsenal, da Inglaterra. 

A formação do talento na América do Norte ainda tem muitos preconceitos para derrubar, e barreiras para romper. Mas é inegável que existe um projeto a longo prazo que já colhe frutos no presente. Um projeto diferente de outras ligas que emergiram nos últimos anos. Diferente do (projeto) da própria MLS há alguns anos. A lapidação do craque é, ao mesmo tempo, a lapidação do soccer. 



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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