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IA prev Brasileiro :: ogol.com.br

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Homem vs máquina. Um velho embate, que tem ganhado nova atenção com a popularização da Inteligência Artificial (IA). No caso do Brasileirão, quem deve provar que os computadores podem falhar é o Vasco da Gama. Na nova ferramenta desenvolvida em oGol, é o gigante cruz-maltino o mais provável candidato ao rebaixamento.

Quem nunca desafiou os amigos a fazerem suas previsões antes do início do Brasileirão? No talvez mais imprevisível dos campeonatos nacionais de relevo no futebol internacional, acertar o desfecho é tarefa sempre difícil. Quando qualquer meio de comunicação, ou jornalista, compartilha suas apostas, o resultado é conhecido: a certeza de polêmica no ato, e cobranças (ou “zoações) a posteriori. Nossa equipe desta vez fugiu da armadilha e passou a bola para os computadores, em uma iniciativa de oGol Labs*.

Na nova ferramenta oGol “Predictor”, quem dá “os palpites” é a Inteligência Artificial. Ou melhor, quem mostra as probabilidades do momento. Os resultados aqui não são fruto da observação, sem caprichos, clubismo ou “feelings”. Apenas a frieza da análise, após 10 mil simulações de todos os resultados possíveis de todos os encontros do Brasileirão.

A ferramenta é dinâmica. As probabilidades mudam conforme o desempenho dos clubes. Além disso, a experiência com a IA e suas possibilidades tende a evoluir ainda mais com o tempo. O recorte atual leva em consideração os resultados das equipes no Brasileirão, a forma atual de cada time, a força histórica e de momento dos clubes, os retrospectos de cada confronto, além de outros dados dinâmicos, como “odds” de cada confrontos em casas de apostas.

Sem mais delongas, vamos as principais conclusões baseadas na máquina (no recorte do dia 12/04)!

Palmeiras e Flamengo favoritos ao título

Aqui não há surpresas. O peso do favoritismo é todo da dupla que domina o cenário brasileiro e sul-americano nos últimos anos (embora não sem encontrar intrusos pelo caminho, claro). Flamengo e Palmeiras têm tudo que os candidatos precisam: elencos fortes, estabilidade financeira, técnicos renomados, tradição e jogadores decisivos. Agora, qual o tamanho deste favoritismo e quem tem mais chances de ser campeão segundo as previsões de IA?

Atual campeão, o Palmeiras tem 24,4% de chances de título na previsão. A vantagem para o Flamengo é quase insignificante, com 23,2% para o Rubro-Negro. A chance do campeão sair da dupla é de 47,6%. A máquina praticamente garante os dois entre os quatro primeiros, com probabilidades acima dos 70%.

Athletico candidato a surpresa do Brasileirão

Temos um empate técnico ao título de “terceira força” do momento. O Atlético Mineiro, campeão em 2021, tem sempre competido no topo e geralmente é colocado como uma das forças capazes de quebrar o domínio da dupla Palmeiras/Flamengo. Mas não é o único na análise da IA.

Quem pode surpreender é o Athletico Paranaense. Furacão e Galo têm, cada um, a mesma probabilidade de 10,9% de terminar no primeiro posto. Ambos com chances próximas dos 50% de terminarem no G4.

Ao lado de Palmeiras e Flamengo, Athletico e Atlético são os únicos com probabilidades de título acima dos 10%.

Quem deve se preocupar com o rebaixamento?

No Brasileirão, basta uma série negativa para garantir a crise. A pressão pode ser insuportável quando o momento não é bom, e o mais correto é respirar aliviado apenas depois que qualquer chance matemática de queda for desfeita. Mas a máquina aponta os favoritos do momento para o feito inglório, e o resultado pode surpreender a muitos.

O “lanterna” do campeonato, segundo a IA, é nada menos que o gigante Vasco da Gama. O tempo das grandes glórias vai ficando cada vez mais distante para o Cruz-Maltino, mas com o investimento da nova SAF, a análise não deixa de ser “ousada”. As chances de o time ocupar o último lugar é de 24.8% após as 10 mil simulações realizadas.

Para piorar, o cenário de Z4 é ainda mais preocupante. 63% de probabilidade de rebaixamento para o Vasco. Para seguir na elite, pelo jeito, o Cruz-Maltino terá de desafiar a máquina… Ou melhor, as probabilidades.

Ao menos o Vasco pode buscar inspiração em um de seus maiores rivais. O Fluminense, em 2009, chegou a ter 99% de chances de ser rebaixado, em outro modelo de análise. E conseguiu escapar. Chegou a hora do Cruz-Maltino desafiar as probabilidades e provar que a nossa máquina está errada… Ou não.

Curioso para entender as probabilidades do seu clube? Confira aqui o estudo completo.

*Nota: oGol Labs/ zerozero Labs é um espaço dedicado para estudos, pesquisas e iniciativas criativas que utilizem a nossa base de dados, com parcerias com universidades e o meio acadêmico, para aumentar ainda mais a riqueza das análises e explorar todo o potencial da informação encontrada nos sites do grupo.



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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