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Futebol Geral

Amazonas derrota o Coritiba e refora equilbrio da Srie B :: ogol.com.br

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Em uma Série B completamente imprevisível e com uma tabela equilibrada, o Amazonas se impôs dentro de casa a colocou fim ao bom momento do Coritiba, vencendo por 1 a 0 em um duelo animado que encerrou a 12ª rodada. O gol da vitória foi marcado por Miranda. 

O Coritiba perdeu a chance de terminar a rodada dentro do G4 e com 18 pontos fica na oitavo lugar. Já o Amazonas deixou a zona de rebaixamento e com 15 pontos é o 14º colocado. A distância entre o 16º (Chapecoense) e o quarto colocado (Vila Nova) é de apenas 6 pontos. 

Onça Pintada para na trave

O primeiro tempo foi marcadio por alternância constante de ataques entre as duas equipes, mas com o Amazonas sendo mais perigoso antes do intervalo. A primeira boa chegada foi do Coritiba, aos 5, no que seria um golaço de Lucas Ronier na cobrança de escanteio. O goleiro Marcão fez uma boa defesa. 

O Amazonas também acertou o alvo na bola parada. Aos 13, Jorge Jiménez apelou para força na cobrança de falta, mas o goleiro Pedro Morisco defendeu. Aos 16, o Coritiba teve uma chance clara de abrir o placar, quando em rápida transição ofensiva, Vini Paulista cavou para a área e Leandro Damião, livre na cara do gol, bateu de primeira, mas por cima. 

A posse de bola foi bem dividida durante quase todo o primeiro, mas após minutos de poucas emoções, o Amazonas apareceu por mais vezes no campo de ataque nos 20 minutos finais. Aos 33, Matheus Serafim recebeu em velocidade com enorme liberdade, arrancou até a área, mas errou a finalização. Aos 36, Jô recebeu bom passe de Ênio, mas também chutou mal e errou o alvo. 

Aos 40, o Amazonas quase abriu o placar na bola parada, quando Rafael Tavares apareceu bem na primeira trave para completar de cabeça a cobrança de escanteio, mas Pedro Morisco espalmou em excelente defesa. Pouco depois, o zagueiro Miranda pegou uma sobra na área após cobrança de falra e finalizou na trave. No rebote, Jô também acertou a trave. Só ficou mesmo no quase. 

Vitória do Amazonas

Após os sustos levados no final do primeiro tempo, o Coritiba até tentou reagir na volta para o segundo tempo, aparecendo no ataque. Mas o jogo mais encaixado foi mesmo do Amazonas, que conseguiu sair da pressão alta e aparecer bem para finalizar. Aos 8, após cobrança de escanteio e desvio na primeira trave, a bola passou por todo mundo e chegou a Miranda, que completou na pequena área e abriu o placar.

O Amazonas não diminuiu sua presença ofensiva e seguiu mostrando muita intensidade. Aos 12, acertou o alvo na pancada de fora da área Ênio e Pedro Morisco voou para espalmar mais uma vez. O Coritiba teve substituições ofensivas, reformulando seu ataque e colocando em campo o artilheiro Robson, que retornou de longa lesão. O empate quase saiu aos 19, quando Figueiredo recebeu livre na área e cabeceou no travessão. 

O cenário do jogo mudou completamente, com o Coritiba dono da bola e tentando uma reação, enquando o Amazonas seguiu acelerando suas jogadas. As mudanças do Coxa surgiram efeito, com maior aproximação e toque de bola. Mas faltou furar o bom bloqueio defensivo imposto pelo Amazonas para ter chances mais claras de empatar. 

A reta final do confronto foi nervosa, ainda com o Coritiba mais propositivo e o Amazonas buscando o contra-ataque. Aos 41, Sassá teve tudo para matar o jogo após ser deixado na cara do gol por Ênio. No entanto, o atacante parou em grande defesa de Morisco. O abafa do Coxa foi grande, e aos 45, Marcão salvou em grande defesa após cabeceio. A vitória foi da Onça.



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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