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Diogo Costa alivia lgrimas de CR7, Portugal vence Eslovnia nos pnaltis e avana :: ogol.com.br

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O maior nome da história da Euro, Cristiano Ronaldo flertou com uma noite de vilão, não conteve as lágrimas, mas teve a redenção nas mãos (literalmente) de um herói improvável! Foi assim que Portugal, a duras penas, avançou às quartas de final da Eurocopa.

Diante da valente Eslovênia, o time português sofreu para furar a retranca adversária, perdeu um pênalti na prorrogação com seu principal jogador, mas, na disputa por pênaltis, o goleirão Diogo Costa chamou a responsabilidade, defendeu três penalidades e classificou a seleção portuguesa.

Com o resultado, Portugal, do aliviado Cristiano Ronaldo, segue vivo na competição e agora encara a poderosa seleção da França, atual campeã do mundo.

De uma nota só

Como era de se esperar, Portugal foi o dono das ações nos primeiros 45 minutos. Dono do meio campo e com mais de 65% de posse, o time português passou a maior parte do tempo no campo de ataque, mas pecou nas escolhas na hora de concluir as jogadas.

Aberto pela esquerda, Rafael Leão foi quem mais tentou algo diferente, mas a Eslovênia cumpriu à risca sua estratégia, estacionou um “ônibus” na entrada da área e impediu que a bola chegasse até Cristiano Ronaldo na referência.

O CR7, inclusive, assustou uma única vez na primeira etapa. Em cobrança de fato da entrada da área, o astro português soltou uma bomba, mas a bola subiu demais. Do outro lado, o time esloveno se arriscou em esporádicas saídas em velocidade pela direita, mas não criou problemas para Diogo Costa.

Depois de muito insistir, Portugal, enfim, tirou o “suspiro” do seu torcedor. Já nos acréscimos, após mais uma boa jogada de Rafa Leão pela esquerda, João Palhinha recebeu na entrada da área e bateu de canhota, carimbando a trave.

Portugal não fura retranca

Na volta do intervalo, o desenho da partida seguiu exatamente o mesmo. Com a Eslovênia recuada, Portugal montou um acampamento no terreno inimigo e seguiu sofrendo para encontrar espaços para infiltrar.

No primeiro minuto, Bernardo Silva até tentou em sobra de bola na entrada da área, mas mandou por cima. Pouco depois, em mais uma cobrança de falta, Cristiano Ronaldo soltou um foguete, mas Oblak espalmou com firmeza.

Lançado ao ataque, o selecionado luso titubeou uma única vez com a posse na etapa complementar e quase foi surpreendido. Aos 17, Pepe bobeou em dividida no meio, Sesko disparou em direção ao gol, mas, desequilibrado, finalizou fraco pela linha de fundo.

O tempo foi passando e o ataque contra defesa continuou em Frankfurt. Sem encontrar soluções para desarmar o ferrolho esloveno, Portugal cercou, rodeou, pressionou, mas não tirou o zero do placar. O último a tentar foi CR7, que recebeu em boas condições de Diogo Jota, mas lá estava Oblak para fazer a defesa e forçar a prorrogação: 0 a 0.

Lágrimas de Ronaldo, brilho de Oblak e penalidades

Desgastada por tudo que precisou fazer para segurar o zero no placar no tempo regulamentar, a seleção da Eslovênia baixou ainda mais suas  linhas e viu Portugal jogar suas últimas fichas para vencer o jogo.

Já no fim da primeira metade do tempo extra, veio o lance chave da partida e um dos momentos mais emblemáticos desta Eurocopa. Após boa investida pelo meio, Jota forçou jogada na área e sofreu o pênalti. Na cobrança, CR7, maior artilheiro da história da Euro, teve a chance de marcar seu 15º gol na competição, mas viu Oblak se agigantar e frustrar os planos do Robozão, que foi às lágrimas com o gol perdido.

Na segunda parte, o panorama seguiu o mesmo, mas a história quase mudou de lado. Aos dez, em falha bizarra de Pepe na defesa, Sesko recebeu um lindo presente, avançou completamente livre e chutou no canto, parando em um milagre de Diogo Costa, que salvou com o pé esquerdo e levou o duelo para as penalidades.

O afago de Ronaldo nas mãos do herói

O drama de Cristiano Ronaldo começou a ser dissipado já na primeira série de cobranças. Ilicic, ídolo esloveno, também viveu seu momento de vilão e teve sua batida defendida por Diogo Costa. Na sequência, CR7 foi para a bola e colocou Portugal na frente.

O heroísmo foi definido na sequência. Não satisfeito em ter parado um dos maiores ídolos da história da Eslovênia, Diogo Costa quis mais e também parou Balkovec e Verbic, se tornando o primeiro goleiro na história a defender três penalidades em uma disputa de pênaltis na Eurocopa.

Fazendo valer o feito do arqueiro do Porto, Bruno Fernandes e Bernardo Silva converteram suas cobranças e garantiram Portugal nas quartas de final da Euro.



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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