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Futebol Geral

Leverkusen, Harry Kane e a viagem para deixar a Terra do Nunca :: ogol.com.br

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A fábula de Peter Pan é um clássico que conta a história de três irmãos desamparados que acompanham Peter em uma viagem em direção à Terra do Nunca. A Bundesliga, em sua edição 2023/24, abriga a história de dois órfãos, mas de títulos: de um lado o Bayer Leverkusen e, do outro, Harry Kane, recém-chegado ao undecampeão alemão Bayern de Munique.

Neste fim de semana, o Leverkusen de Xabi Alonso conseguiu sua segunda vitória mágica consecutiva. Depois de bater o Augsburg pela 17ª rodada, com gol aos 49 da etapa final, os Farmacêuticos estiveram duas vezes atrás do RB Leipzig no placar, chegaram a igualdade e venceram com gol de Piero Hincapié aos 46 do segundo tempo.

Sem o artilheiro Victor Boniface, desfalque por três meses depois de passar por cirurgia por conta de uma grave lesão na coxa, o Bayer tem se apoiado em outro reforço que caiu como uma luva no sistema da equipe. O lateral espanhol Álex Grimaldo já demonstava grande qualidade no apoio e nas bolas paradas em quase uma década de Benfica. Em 2023/24, o atleta de 28 anos deu um passo além e já soma nove gols, sua melhor marca na carreira, além de dez assistências distribuídas, sendo quatro delas nos últimos três jogos.

De um lado, o Bayer Leverkusen venceu pela quinta vez seguida e segue invicto na temporada – o time alemão é o único em toda a Europa a ostentar essa marca – com 15 vitórias em 18 partidas do Campeonato Alemão e no topo da tabela com 48 pontos ganhos.

Do outro, o Bayern de Munique sofreu derrota surpreendente neste fim de semana, em casa, diante do Werder Bremen, o 13º na classificação. Agora, a distância dos Bávaros para o Leverkusen é de sete pontos, ainda que o time do Munique tenha um jogo a mais por disputar. O problema é o sentimento de desconfiança e o retrospecto recente de duas derrotas nos últimos cinco duelos. 

A Ilha de Neverland

Equipe que mais vezes foi vice-campeã na Alemanha sem nunca ter levantado um troféu, com cinco segundos lugares, o Bayer Leverkusen recebeu um nada honroso apelido de “Neverkusen”.

A lenda ficou imortalizada na temporada 2001/02, quando os Farmacêuticos ficaram com o vice simplesmente nas três competições que disputaram: na Liga dos Campeões, o revés veio com um épico gol de voleio de Zinédine Zidane pelo Real Madrid. Na Bundesliga, a equipe perdeu a liderança na penúltima rodada, enquanto na Copa da Alemanha o o Bayer até saiu na frente do Schalke, mas acabou superado por 4 a 2 na final.

O Bayer Leverkusen teria a companhia de um rival caso decidisse fazer a travessia à Terra do Nunca. Depois de mais de uma década no Tottenham onde, justiça seja feita, nunca teve um plantel ao redor do mesmo nível dos adversários, Harry Kane foi a grande contratação do Bayern de Munique para a nova temporada.

Conhecido pelo faro goleador, Harry Kane também leva a pecha de nunca ter vencido um troféu na carreira. Em duas oportunidades, o centroavante chegou bem perto da glória. Em 2019, os Spurs foram superados pelo Liverpool na final da Liga dos Campeões. Pela seleção, a Inglaterra de Kane foi superada em pleno estádio de Wembley pela Itália, na decisão por pênaltis, pela Eurocopa de 2020.

No ano de 2024 do futebol alemão uma coisa é certa. Uma das maldições será quebrada. Nesse momento, o Leverkusen é quem está mais perto de deixar a Terra do Nunca e, enfim, levantar um troféu…



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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