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Copa do Nordeste comea com claros favoritos; veja prognstico :: ogol.com.br

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Fora do Eixo um espao para falar de clubes muitas vezes excludos dos debates de futebol, para comentar seus momentos e destaques.

A bola voltou a rolar na Copa do Nordeste neste sábado, 3, e só vai parar no dia 9 de junho, quando será conhecido o grande campeão. A competição conta com 16 clubes, e como sempre, promete emoções até o fim. Ainda é começo de temporada, a janela de transferência está aberta e os clubes podem se reforçar, mas já dá para tentar fazer previsões do que o Nordestão nos reserva. 

A Copa do Nordeste tem, em tese, dois grandes favoritos, que parecem bem acima dos demais concorrentes. Bahia e Fortaleza postulam como os mais prontos para brigar desde o início pela “Lampions”.

O Tricolor Baiano se reforçou com Everton Ribeiro e fez as duas contratações mais caras da história do Nordeste com Caio Alexandre e Jean Lucas. Entre outros reforços, o Bahia também conta com um time mais equilibrado do que no ano passado, quando sequer passou da fase de grupos. Muito se deve pela notória evolução com Rogério Ceni, mais treinador do que Renato Paiva. Equilibrado e com bons talentos individuais, o favoritismo é claro. 

Na mesma prateleira do Bahia aparece o Fortaleza, melhor time da competição desde que Vojvoda assumiu, vencendo um Nordestão e caindo na semi em 2023. O Tricolor do Pici teve uma grande perda ao vender Caio Alexandre, mas garantiu o retorno do atacante Moisés, contratou o confiável Santos para o gol e mais outros reforços. No entanto, o grande trunfo da equipe cearense é ter um forte trabalho de longo prazo, que já deu frutos em âmbito nacional e internacional. A estreia foi com uma polêmica vitória diante do América-RN. 

Abaixo desses, mas também vivendo um momento de alta após anos como coadjuvante até mesmo dentro do seu próprio estado, o Vitória é um postulante ao título. Campeão da Série B 2023 e de volta para a primeira divisão após disputar até mesmo a Terceirona, o Leão parece ter se encontrado. Para este ano, reformulou seu elenco com 13 contratações, entre elas a de Luan (que ainda não estreou). Também manteve os destaques do ano passado e faz campanha sólida no Baianão. 

Pelo peso das duas camisas, os finalistas da última edição, Ceará (que acabou campeão) e Sport não podem ser descartados. Os clubes vivem momentos bem parecidos após decepções na Série B de 2023 Para esta temporada reformularam tudo, mas ainda não empolgam. O Leão tem o novato Mariano Soso como treinador e seus primeiros jogos renderam críticas, apesar das vitórias. Já o Vozão, repleto de novatos, também não mostrou muita coisa nos primeiros dois jogos da temporada. Claro, ainda é cedo. 

O cenário atual da Copa do Nordeste também não mostra muito espaço para zebras, sem que alguma outra equipe fora dos tradicionais favoritos tenha se destacado. O Sampaio Corrêa, campeão em 2018, nem participa desta edição. A Juazeirense conta com um mando de campo forte, mas não deve ir tão longe. Já o CRB sempre promete furar a bolha, mas sempre falta um algo a mais. 

A Copa do Nordeste mantém o seu formato dos últimos anos, com dois grupos de oito times cada, que se enfrentam. Os quatro primeiros de cada grupo avançam para as quartas de final, com a equipe mais bem posicionada fazendo o jogo único em casa. A semi mantém o mesmo formato. Já a final acontece com duelos de ida e volta. Veja a tabela detalhada aqui. 

Além da opinião detalhada acima, a coluna também convidou outros jornalistas da equipe oGol para opinar sobre a competição. A grande pergunta foi: “Quem você acha que será o grande campeão da Copa do Nordeste?”. Com alguns poréns, todos chegaram na mesma conclusão sobre favoritismo.

Confira opiniões

Carlos Ramos (editor de oGol) – “Talvez nunca antes a Copa do Nordeste tenha apresentado um favorito tão claro. Com o mercado recente, não apenas pelo investimento, mas pelo que já mostrou em campo, o Bahia é o franco favorito. Tem o melhor time, jogadores com características que se favorecem e um técnico capaz de extrair o melhor do elenco que tem em mãos. O Fortaleza, pela consistência do trabalho do Vojvoda, e também pelo que conseguiu fortalecer o elenco no mercado, vem logo abaixo. Óbvio, estamos apenas no campo teórico. Na prática, o favoritismo é conquistado no campo.”

Filipe Ribeiro (jornalista de oGol em Salvador) – “O Bahia chega a esta edição de ‘Lampions’ com a carga de iniciar caminhos para alcançar as projeções de conquista após o “ano zero” de gestão do Grupo City. Desgarrado economicamente dos demais e protagonista na primeira janela de transferências da temporada (a nível nacional), o time comandado por Rogério Ceni é franco favorito, com a expectativa de ditar o ritmo da competição. Com certeza os demais adversários miram atravessar o caminho do Bahia para chegar ao topo em toda a região.”



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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