Connect with us

Futebol Geral

Gol nvel Puskas, evoluo e estilo brigador… Conhea Andr Silva, alvo de So Paulo e Vasco :: ogol.com.br

Published

on



O atacante André Silva é alvo de uma disputa no mercado. Sem nunca ter atuado no Brasil, o jogador interessa a São Paulo e Vasco, que buscam repatriar o atleta de 26 anos atualmente no Vitória de Guimarães, de Portugal.

Por conta disso, a equipe oGol foi atrás da trajetória de André que, apesar de brasileiro, é praticamente desconhecido em nosso país. Descoberto pelo Atlético Diadema, André Silva chegou a passar pelas categorias de base do Internacional e também pela equipe B do Shakhtar Donetsk.

 Como acontece com tantos jovens jogadores brasileiros, André Silva rumou à Portugal para defender o Rio Ave, na temporada 2017/18. Com gols pela equipe B e também pelo Sub-23, o centroavante estreou pela equipe profissional em 2019, onde fez apenas dois jogos. 

O passo seguinte foi com a camisa do Arouca, que disputava naquela época o equivalente à terceira divisão do futebol português. O Arouca emendou dois acessos em sequência e André Silva teve papel importante: foram 10 gols em sua primeira temporada na segunda divisão e os mesmos 10 gols em sua estreia na elite. Nessas duas temporadas, o atacante entrou em campo para 65 jogos.

Para entender como tem sido a trajetória de André Silva em Portugal, conversamos com o jornalista Miguel Amaral, do site parceiro zerozero. Segundo ele, a evolução do brasileiro foi notável desde que chegou em terras lusas.

“Um percurso de muito crescimento, sem dúvida. O André chega a Portugal para integrar as equipes jovens do Rio Ave, mas passado uma temporada ruma ao Arouca, que naquela altura disputava o Campeonato de Portugal (comparado à Serie C brasileira). No Arouca evoluiu muito e acompanhou a subida da equipa até à primeira divisão. Curiosamente, duas temporadas com Armando Evangelista (ex-Goiás) no comando. Ficou também muito viral por um golaço que foi eleito o melhor da I Liga em 2021/22″, começa por dizer Miguel Amaral.

Se não integra o grupo dos três grandes de Portugal, Benfica, Porto e Sporting, o Vitória é um time tradicional e conhecido por ter uma torcida exigente. André Silva teve início atribulado na equipe, mas acabou por mostrar sua qualidade. Pelo estilo de jogo, Miguel Amaral acredita que o brasileiro se encaixaria especialmente bem no Vasco.

“Não teve um começo fácil, mas estava em grande forma até esse momento do (provável) regresso ao Brasil. Não é um finalizador de área nato. Se enquadra bem como um segundo atacante, por isso até parece ser um bom encaixe no Vasco da Gama. Muita luta e velocidade, claramente um atacante de jogo vertical. O tipo de centroavante que dá muito trabalho aos defensores, pela capacidade de progressão, movimentação e tabelas com os colegas. Mesmo em jogos que os gols não apareçam, a entrega e empenho estão sempre lá. Sobre exigência, o Vitória é referência em Portugal. Está habituado a um ambiente de pressão, tão habitual no Brasil”, explica o jornalista do zerozero.

Negociação frustrada e impacto

No mercado de inverno na Europa, André Silva esteve muito perto de se transferir ao Hellas Verona, da Itália. Na realidade, o jogador chegou a viajar para a Itália, mas no momento da assinatura o negócio caiu por terra.  Segundo Miguel Amaral, o clube italiano teria tentado um “desconto” de última hora e a transferência ruiu.

“A vida é mesmo assim, nos prega essas partidas. O que sei é que o André tinha pouca vontade de ir, juntou o útil ao agradável. Ficamos felizes por ter mais um ativo. O André não vai perder o que tem vindo a fazer, perdeu um treino. Vamos penalizar um jogador por uma questão que ele não controla?”, declarou o técnico do Vitória, Álvaro Pacheco, quando a transferência de André não foi bem-sucedida.

Desta vez, com o andamento das negociações, a saída de André Silva parece mesmo inevitável. Uma perda que será sentida pelos torcedores da equipe de Guimarães.

“Grande (impacto), até pelo mercado em Portugal já estar fechado. Fez uma dupla especial com o Jota Silva. Os torcedores do Vitória SC vão ter saudades, acredito”, finaliza Miguel Amaral.

Em sua melhor temporada na carreira, André Silva toitaliza 13 gols em 28 partidas, uma média de praticamente 0,5 gol/jogo. O futuro aponta para o Brasil e, agora, resta saber qual será o clube escolhido pelo atacante. 



Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

Futebol Geral

Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

Published

on

By



Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



Continue Reading

Futebol Geral

Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

Published

on

By



A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



Continue Reading

Futebol Geral

Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

Published

on

By



Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



Continue Reading

Mais Futebol

Copyright © 2024 Fifanalise.net