Futebol Geral
Vasco vai do cu ao inferno, arranca empate no fim e derruba gua Santa nos pnaltis :: ogol.com.br

Foi uma noite de muita tensão em São Januário. Na qual a torcida foi do céu ao inferno diversas vezes. Já viram uma montanha-russa na Colina? Pois bem. O Vasco foi do tudo ao nada muito rápido. Abriu 2 a 0, mas levou a virada para 3 a 2. Ainda conseguiu reagir nos acréscimos, e precisou dos pênaltis para superar um valente Água Santa e avançar para a terceira fase na Copa do Brasil.
Depois de todo o drama, a festa começou para varar a noite na Barreira. O Cruz-Maltino espanta o fantasma da segunda fase e segue adiante na Copa do Brasil. Para alívio de seu torcedor. Calejado de tanto sofrer. Mas querendo um motivo para sonhar.
Vasco vai bem com a bola, mas sem…
O Vasco levou apenas três minutos para sair na frente. E claro, teve a participação de Payet. O francês recebeu de Galdames na canhota, levou para a perna direita e bateu forte. Ygor Vinhas soltou, e Galdames apareceu na área para empurrar para dentro.
Quase Júnior Todinho calou São Januário após Zé Gabriel perder dividida no meio. O atacante ficou frente a frente com Léo Jardim, mas acabou chutando para fora. Foi um começo de jogo eletrizante.
Apesar do susto, o Cruz-Maltino fazia uma boa partida. Envolvia o adversário. Após uma boa troca de passes, de mais de um minuto, a bola seguiu pela direita, e Paulo Henrique teve liberdade para cruzar na cabeça de Vegetti. O artilheiro não perdoou, e abriu 2 a 0.
O Cruz-Maltino conseguia rodar o campo com a bola. Da canhota com Payet e Piton até a direita, com Adson e Paulo Henrique. O jogo passava pelos volantes, com saída qualificada. Mesmo após o segundo gol, o time da casa seguiu no campo de ataque.
O Netuno, apesar de sofrer na defesa, quando conseguia avançar no ataque, era sempre perigoso. Só faltava sorte. Aos 35, Artur bateu forte, Léo Jardim espalmou e Todinho, na sobra, parou também no goleiro. Aos 41, Luan Dias mandou na área e Robles mandou cabeçada no travessão.
No último lance do primeiro tempo, o time de Diadema conseguiu descontar. Luan Dias enfiou grande bola para Neilton, nas costas da defesa. O camisa 7 tirou de Jardim e deixou tudo em aberto para a segunda etapa.
Noite de Copa do Brasil
Com o gol perto do intervalo, o Água Santa voltou pressionando. A fase defensiva do Vasco seguiu com muitos defeitos, sofrendo principalmente no jogo pelo alto. Todinho, de cabeça, voltou a colocar Jardim para trabalhar.
Buscando tirar sua equipe do sufoco, Ramón Díaz desfez o esquema com três zagueiros e povoou o meio com a entrada de Matheus Carvalho no lugar de João Victor. David também entrou no lugar de Adson para buscar mais agressividade no último terço.
Só que a bola pelo alto seguiu fazendo a diferença para o Água Santa. Luan Dias cobrou mais uma falta na área e Andrés Robles, sozinho, mandou de cabeça para dentro. Com o placar, o classificado só seria conhecido nos pênaltis.
O Vasco tentou colocar a cabeça no lugar. Pareceu assustado por um momento. Pressionado. Mas voltou a colocar a bola no chão depois de uns minutos. E David recebeu na área após jogada trabalhada, cortou para a canhota e bateu forte. Ygor Vinhas espalmou. Payet, na sequência, recebeu lançamento de Medel e saiu na cara do gol. O francês tentou de cavadinha, e a bola passou lentamente perto da trave.
Sem matar o jogo, o Cruz-Maltino viu a classificação se complicar no fim. Aos 42, Ronald fez muito bem o pivô pelo meio e deixou Luan Dias na cara do gol. De perna direita, o camisa 10 tirou de Jardim para fazer o 3 a 2.
O Vasco teve dez minutos de acréscimos para se recuperar. No terceiro minuto, Payet cobrou falta na área e Lucas Piton apareceu sozinho para, de cabeça, empatar o duelo novamente. 3 a 3.
No último lance do jogo, Payet cavou falta na entrada da área. No mesmo lado, em posição parecida de quando o francês marcou contra o América, gol decisivo no Brasileirão do ano passado. Dessa vez, o milagre não se repetiu, e a decisão foi para os pênaltis.
Quem seria o herói?
Os pênaltis, geralmente, tornam os heróis, vilões. Não com Payet, que acertou a sua cobrança. Mas com Robles, autor de um gol pelo Água Santa e de partida quase imaculada. Se não fossem… Os pênaltis. Jardim pegou a cobrança do chileno.
Sforza quase perdeu a dele. Ygor Vinhas chegou a tocar na bola. Mas não conseguiu ser herói. O protagonismo foi todo de Léo Jardim, que contou também com a sorte: Bruno Mezenga parou na trave.
A última cobrança foi de Vegetti. O herói, mais uma vez, se tornaria vilão? Os piratas não têm medo de vilões. Eles são os vilões. Mas só para seus adversários. Vegetti colocou o Vasco na próxima fase. No sufoco.
Futebol Geral
Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.
O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.
Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.
Futebol Geral
Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.
Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.
Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe
O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.
As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.
Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.
Centroavante decide novamente
Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.
Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.
A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.
A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.
Futebol Geral
Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.
Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.
Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende
A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.
Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.
O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.
A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.
Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.
Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra
Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.
Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.
A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.
O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.
A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.
A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.
Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.
-
Futebol Geral2 years agoBernard cumpre promessa e volta ao Atltico aps uma dcada :: ogol.com.br
-
Jogos2 years ago: Basketball Champions League 2023/24 :: Ficha do Jogo :: ogol.com.br
-
Futebol Geral2 years agoFica quem estiver a fim :: ogol.com.br
-
Futebol Geral2 years agoHolanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br
-
Futebol Geral2 years agoVila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br
-
Jogos2 years ago: Liga Eslovena Andebol 2023/24 :: Ficha do Jogo :: ogol.com.br
-
Futebol Geral2 years agoChape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br
-
Futebol Geral2 years agoAps uma dcada na Europa, zagueiro da seleo uruguaia retorna ao Nacional :: ogol.com.br
