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Futebol Geral

Brasil perde final para os EUA e fica com o vice na Copa Ouro :: ogol.com.br

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Mais uma vez o Brasil não conseguiu levar a melhor diante dos Estados Unidos, e mesmo com um jogo bastante equilibrado, perdeu por 1 a 0 para as norte-americanas na final da Copa Ouro. A seleção brasileira contou com muitos desfalques na competição, mas chegou na decisão invicta e com uma campanha irretocável. O único gol do jogo foi marcado por Lindsey Horan. 

Convidada para a competição da Concacaf, o Brasil venceu Colômbia, Porto Rico, Panamá, Argentina e México para chegar na grande final. No entanto, o título ficou mesmo com os Estados Unidos. 

Brasil perde chances e leva castigo

Os Estados Unidos até subiram a marcação para pressionar a saída de bola logo depois do apito inicial, mas foi o Brasil que criou rapidamente as melhores chances. Aos 5, Antônia pegou uma sobra na intermediária, bateu firme e a bola saiu por cima do gol com perigo. Aos 10, o grito de gol chegou a ser gritado por alguns durante a cobrança de falta quase perfeita de Duda Sampaio, que por pouco não acertou o ângulo. 

Com intensidade no ataque, a seleção brasileira seguiu criando. Aos 14, após bobeira da goleira Naeher, Gabi Nunes recebeu passe na entrada da área, bateu forte e também ficou no quase. Aso 21, o primeiro gol do Brasil não saiu por pouco, quando Gabi Portilho recebeu na costas da defesa em boa trama ofensiva, conseguiu tirar da goleira, que só olhou a bola saindo rente ao travessão. 

Aos poucos, após sobreviver a pressão do Brasil, os EUA conseguiram também aparecer no ataque, além de diminuir seu sofrimento defensivo. No entanto, com um jogo faltoso e de muitos erros de passes, não conseguiu se impor na criação. Aos 31, Alex Morgan até foi lançada livre na área, mas Luciana se antecipou bem. Com a melhora das norte-americanas, o duelo esteve mais equilibrado. 

Os EUA foram ganhando terreno e acertaram o alvo pela primeira vez aos 39, quando Horan ganhou no alto após escanteio, cabeceou para baixo e Luciana defendeu. Aos 46, as norte-americanas foram fatais. No lance, Fox mandou para a área da direita, Horan subiu mais que a zaga brasileira na segunda trave e cabeceou no canto oposto, sem chances para Luciana. Brasil atrás no primeiro tempo. 

Sem reação

O Brasil não conseguiu se impor na volta para o segundo tempo, sem encaixar as jogadas, nem segurar a bola no campo de ataque. Enquanto isso, os EUA foram encontrando espaços, restando apenas capricho para definir. Sem muitas alternativas no ataque, a zagueira Tarciane decidiu arriscar de muito longe a até levou perigo, mas mandou para fora. 

A jornada das brasileiras de meio e ataque não eram inspiradas, com seguintes erros de passes que impediram a criação de boas jogadas. Apesar disso, a imposição foi maior, segurando mais a bola no ataque e tentando levar perigo. No entanto, faltava finalizar, o que só voltou a acontecer aos 22, quando Adriana dominou bola lançada na entrada da área, girou e também chutou para fora. 

O Brasil voltou a acertar o alvo aos 24, quando Yasmin tentou surpreender em cobrança de falta lateral, mas Naeher esteve atenta para defender no canto. Mas a seleção brasileira seguiu com muitas dificuldades para levar perigo aos EUA, muito pela postura efetiva das adversárias, que negaram espaços e ainda foram soberanos no jogo aéreo. Aos 33, as norte-americanas chegaram a marcar com Williams, que bateu na saída de Luciana. Mas o gol foi anulado por impedimento claro. 

O técnico Arthur Elias seguiu com novas substituições para tentar dar uma nova cara para a seleção brasileira. O jogo então virou um ataque contra defesa, com desespero brasileiro. Aos 40, Debinha cobrou falta da esquerda, Geyse desviou de leve no meio do caminho e a bola saiu rente à trave. Aos 46, Debinha teve chance em falta na meia-lua, mas bateu por cima da meta. Não deu para as brasileiras. 



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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