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Favoritismo permite que brasileiros poupem titulares na estreia da Libertadores :: ogol.com.br

A fase de grupos da Copa Libertadores começa a ser disputada nesta terça-feira (2), em meio às finais dos campeonatos estaduais. As disputas paralelas causam dúvidas aos treinadores sobre a utilização de força máxima na estreia ou preservação dos titulares para as decisões regionais. Grêmio, Palmeiras, Flamengo e Atlético Mineiro vivem esse dilema e se abraçam no retrospecto positivo diante dos rivais sul-americanos e também na força de seus elencos para cogitarem o luxo de poupar titulares na estreia.
De volta à Copa Libertadores após duas temporadas, o Grêmio não escondeu sua prioridade e mandou uma equipe alternativa para a estreia em La Paz para encarar o The Strongest. A longa viagem e a partida desgastante na altitude facilitou a decisão de Renato Gaúcho em poupar os titulares para o duelo de volta da final do Gauchão.
Para o jogo contra o The Strongest, apenas o lateral Fábio ficará à disposição do treinador, entre os jogadores que atuaram na partida contra o Juventude na ida da decisão do Gauchão. O defensor jogou improvisado no lado esquerdo com a suspensão de Mayk e não será titular na partida de volta, por isso viajou para a Bolívia.
A dificuldade natural dos adversários em vencer na altitude e o duelo seguinte em casa contra o Huachipato também são fatores importantes para que o Tricolor não forçasse a utilização de titulares na estreia.
Situação parecida também vive o Palmeiras, que estreia longe de casa e fará a preservação de alguns jogadores. Embora exista a presença de titulares na delegação, Abel Ferreira utilizará a partida contra o San Lorenzo, na Argentina, para recuperar atletas para a segunda partida da final do Paulistão, diante do Santos.
Endrick, Richard Ríos e Murilo, que estiveram à serviço das suas seleções na última semana, sequer viajaram para Buenos Aires. Raphael Veiga também é forte candidato a entrar no rodízio do elenco e iniciar a partida no banco de reservas.
O retrospecto recente do tricampeão da Libertadores deixa Abel Ferreira e a torcida palestrina confortáveis para a utilização de um time alternativo na estreia. Nas últimas sete edições, o Palmeiras sobrou na fase de grupos e não encontrou dificuldade para avançar como líder, brigando pelas melhores campanhas da primeira fase. Como na temporada passada, quando poupou titulares na primeira rodada contra o Bolívar, visando a decisão diante o Água Santa. Apesar da derrota na Bolívia, o time emplacou cinco vitórias consecutivas, terminando na primeira colocação isolada da chave.
Flamengo e Atlético vivem situações diferentes
A grande exceção entre os brasileiros que dividem as atenções entre Libertadores e estadual é o Flamengo. O Rubro-Negro colocou uma mão na taça logo na partida de ida e tem o “luxo” de concentrar atenções totais na competição continental.
Na entrevista coletiva após a vitória por 3 a 0 na final do Cariocão, Tite confirmou a presença de todos os titulares na Colômbia, contra o Millonários. O treinador do Rubro-Negro descartou a ideia de preservar jogadores e também garantiu a presença do time principal no jogo de volta contra o Nova Iguaçu.
O zagueiro Fabrício Bruno, entretanto, pode ser uma exceção. O defensor vive situação parecida com os “selecionáveis” do Palmeiras e pelo desgaste das viagens e das partidas seguidas pode ser poupado contra o Millionarios.
Diferente do Flamengo, o Atlético Mineiro não tem a decisão encaminhada no estadual, mas deve ter a utilização de força máxima na primeira rodada da Libertadores. Ainda sem contar com o técnico recém-contratado Gabriel Milito, que cumpre pena por expulsão em sua última partida no comando do Argentinos Juniors, o Galo vive uma situação complicada de logística enfrentando uma viagem longa para a Venezuela.
Entre os quatro brasileiros que disputam as duas frentes, o time mineiro é o único a entrar em campo na quinta-feira (4). O calendário apertado obriga o Galo a entrar em campo na decisão contra o Cruzeiro apenas dois dias após a partida contra o Caracas.
No entanto, o Atlético é o time que terá pela frente no estadual uma equipe que também terá compromisso no meio de semana. O Cruzeiro estreia na Copa Sul-Americana, quinta-feira, diante da Universidad Católica, no Equador.
Enquanto Atlético, Grêmio, Flamengo e Palmeiras traçam estratégias para cumprir o calendário apertado, outro três brasileiros se preparam exclusivamente para Libertadores. São Paulo, Botafogo e Fluminense, eliminados precocemente dos estaduais, aproveitam a folga na agenda para chegarem 100% nas suas estreias.
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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.
O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.
Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.
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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.
Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.
Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe
O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.
As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.
Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.
Centroavante decide novamente
Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.
Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.
A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.
A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.
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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.
Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.
Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende
A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.
Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.
O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.
A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.
Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.
Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra
Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.
Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.
A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.
O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.
A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.
A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.
Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.
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