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Futebol Geral

Corinthians leva gol no fim e empata com o Racing-URU na estreia da Sula :: ogol.com.br

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O Corinthians não empolgou os seus torcedores na estreia da Sul-Americana nesta terça-feira, 2. Fora de casa, no Uruguai, contra o Racing, até teve bons momentos, mas viu o adversário criar melhores chances e ainda cedeu o empate aos 40 minutos do segundo tempo. O duelo terminou mesmo em 1 a 1. Yuri Alberto marcou o único gol do Timão. 

O empate deixa o Corinthians já atrás do Argentinos Juniors, que venceu o Nacional na estreia do Grupo F. O Timão em tese enfrentou o adversário mais fraco da chave e pode se complicar, já que apenas o líder de cada grupo avança de maneira direta para as oitavas de final. 

Uruguaios mais perigosos

O Racing que assustou logo no primeiro minuto de jogo, quando Verón recebeu na entrada da área, bateu cruzado e a bola saiu tirando tinta da trave. Passado o susto, o Corinthians assumiu o controle do jogo, ficando com a bola por mais tempo e sem se afobar. A primeira grande chance do Timão saiu dos pés de Fágner, que soltou a pancada de longe e viu o goleiro Bacchia se esticar todo para evitar o que seria um golaço. 

No geral, o Corinthians teve o controle da partida nos minutos seguintes, mas sem transformar isso em finalizações. Com o passar do tempo, o Racing também foi conseguindo ter posse de bola, só que com o mesmo problema. O resultado foi um jogo truncado e de praticamente nenhuma chance clara de gol dos dois lados. 

Após muito tempo em que nada aconteceu, o Racing que ficou muito perto de abrir o placar. Aos 31, Verón avançou pela esquerda, fez o cruxamento e Cotugno desviou. A sobra foi do próprio Verón, que soltou uma pancada e acertou a trave. O lance animou o time uruguaio, que pressionou em seu melhor momento no jogo, mas sem acertar o alvo defendido por Cássio. 

O Corinthians só foi responder aos 36, e teve sua melhor chance em todo o primeiro tempo, quando Rodrigo Garro colocou Yuri Alberto na cara do gol, o atacante tentou o toque por cima de Bacchia, mas o goleiro levou e melhor e desviou para escanteio. Na reta final, o time brasileiro que ficou com a bola e rondou a área, mas faltou agressividade. 

Não empolgou

O Corinthians retornou para o segundo tempo mais disposto a atacar, com uma marcação alta e segurando a bola no campo de ataque sempre que possível. Os problemas de criação seguiram como tom da atuação e o técnico António Oliveira não demorou a apelar para o banco de reservas em busca de melhores soluções. 

A bola seguiu mais tempo com o Corinthians, mas com a posse no meio de campo, longe da área do time uruguaio. As chegadas do Timão no ataque se resumiam a cruzamentos, a maioria improdutivos. Só que aos 24, isso foi suficiente e Rodrigo Garro colocou a bola na cabeça de Yuri Alberto, que testou firme e abriu o placar. 

Já na frente do placar, o Corinthians alternou entre momentos de maior marcação no ataque e outros em que precisou se defender mais. O Racing demorou, mas foi para pressão. Aos 32, Sosa aproveitou erro de Félix Torres, bateu cruzado e quase parou na trave. Aos 35, após falta cobrada na entrada da área, Varela desviou de cabeça e mandou para a rede. Só que o gol do time uruguaio foi anulado pelo VAR por impedimento. 

A pressão pelo empate seguiu e o time uruguaio conseguiu seu gol aos 40, quando Sosa ajeitou o cruzamento na área para Alaniz, que ganhou da marcação na velocidade e bateu sem deixar a bola cair. Tudo igual. O Corinthians teve pouco tempo para reagir e quase conseguiu nos acrésicmos, na pancada de Fausto Vera de fora da área. Mas Bacchia fez uma excelente defesa para confirmar o empate.



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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