Futebol Geral
Foden cresce e prepara fim de ciclo sem traumas de De Bruyne no City :: ogol.com.br

Phil Foden esperou pelo seu momento no Manchester City com paciência, e ele parece ter chegado. Antes promessa e depois coadjuvante importante, a cria dos Cityzens assumiu de vez o papel de protagonista, em uma temporada que, cada vez mais, ganha a forma de “passagem de bastão” entre gerações.
Kevin De Bruyne é a estrela que vem cedendo espaço para Foden. Com nove anos de clube, o belga coleciona títulos e momentos decisivos. Tornou-se ídolo e um dos maiores nomes do clube, se não o maior, sob o comando de Pep Guardiola, na era mais vitoriosa da história do City. Perto de completar 33 anos, no entanto, De Bruyne dá sinais de que seu tempo está próximo do fim, o que pode não ser um trauma para o time de Manchester.
A temporada 2023/24 tem sido dura para De Bruyne. Com problemas físicos, o meia entrou em campo em apenas 15 oportunidades. A sua visão de jogo segue intacta, com 12 assistências nas partidas em que esteve em campo, e dois gols marcados. Mas a ideia de peça quase insubstituível tem sido desfeita. O City manteve-se competitivo em sua ausência, e o belga chegou a ter de escutar críticas incomuns, assim como outra das estrelas da equipe, Erling Haaland.
O desempenho decisivo de Phil Foden é o motivo para essa sensação diferente em Manchester. Muitas vezes sacrificado como ponta, Foden exerceu o papel de “camisa 10” na ausência de De Bruyne. Com o belga poupado nessa quarta-feira, coube a Foden comandar a vitória do time de Pep Guardiola em jogo duro com o Aston Villa. O 4 a 1 faz tudo parecer mais fácil do que foi, mas foram as finalizações geniais do meia, autor de um hat-trick, que construíram a diferença larga.
2023/24 já é a temporada com mais jogos de Foden como titular – 39 em 44 partidas. É a temporada com mais assistências, 11, repetindo o número de 2021/22. É ainda a primeira vez que o meia ultrapassa a marca dos 20 gols, com direito a dois hat-tricks, quando havia marcado apenas um anteriormente, em clássico contra o Manchester United em 2022, com goleada de 6 a 3.
Mesmo com De Bruyne e Haaland em atividade, já se pode dizer que a temporada 2023/24 é de Foden. A sua primeira como protagonista incontestável no setor ofensivo do Manchester City.
Herdeiro de de Bruyne e protagonista da nova geração Cityzen?
Foden tem brilhado em especial quando atua centralizado, papel que desempenha especialmente na ausência de De Bruyne. Para entender como o momento é visto na Inglaterra, a equipe oGol consultou Stephen Gillett, editor do site inglês Playmakerstats, e que acompanha a evolução do atleta no City de perto.
“Foden já atingiu a marca de 21 gols nesta temporada pelo City e é a primeira vez que ultrapassa os 20 na carreira. O jogador da seleção inglesa vive, sem dúvidas, uma fase fantástica e o hat-trick contra o Aston Villa é mais uma prova disso”, explicou Gillett.
“Não há dúvidas que Phil Foden é o mais provável candidato ao trono de Kevin De Bruyne como maestro do City. Com o belga fora de combate por boa parte da temporada, o ‘Iniesta de Stockport’ apresentou argumentos convincentes para assumir um papel mais central no City. O próprio jogador afirmou se sentir ‘vivo’ como ‘o 10’ da equipe”, defendeu.
“Com 32 anos, De Bruyne ainda é a estrela no Etihad, mas a sua posição como principal organizador de jogo no City está cada vez mais ameaçada”, resumiu.
De Bruyne tem contrato com o City até 2025, e o clube pretende oferecer mais um ano para o meia. Independente do resultado das negociações, a passagem de bastão já parece ter começado. Foden há muito não é apenas uma promessa. Resta saber se conseguirá se manter no topo pelos próximos anos, repetindo o sucesso do seu antecessor.
Futebol Geral
Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.
O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.
Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.
Futebol Geral
Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.
Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.
Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe
O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.
As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.
Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.
Centroavante decide novamente
Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.
Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.
A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.
A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.
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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.
Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.
Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende
A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.
Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.
O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.
A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.
Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.
Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra
Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.
Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.
A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.
O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.
A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.
A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.
Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.
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