Futebol Geral
Athletic Bilbao põe fim ao sonho do Mallorca e encerra seu jejum da Copa do Rei nos pênaltis :: ogol.com.br

O segundo maior campeão da Copa do Rei encerrou sua seca. Em Sevilla, o Athletic Bilbao colocou um ponto final no conto de fadas do Mallorca e voltou a comemorar o título. Depois de um duelo tenso de 120 minutos, que terminou empatado em 1 a 1, os bascos foram mais efetivos nas penalidades e ficaram com a taça.
O Athletic Bilbao terminou com um jejum que durava desde a temporada 1983/84. O time basco comemorou o 24° título da Copa do Rei em sua história e se consolidou como o segundo maior vencedor, atrás apenas do Barcelona, com 31.
Mallorca novamente valente
O Mallorca foi fiel ao estilo de jogo que o levou a derrubar favoritos na Copa do Rei. Na decisão, Bermellones entregaram a posse de bola para o Athletic, se defenderam com linhas recuadas, congestionando a intermediária.
Durante os primeiros minutos, o Athletic ficou longe da meta adversária e conseguiu arrematar apenas de longa distância. No único chute com perigo, Íñigo Ruíz arriscou de muito longe e Greif quase deixou a bola escapar.
O Mallorca teve um terço da posse de bola durante o primeiro tempo, mas foi mais agudo e mais letal. Aos 21, após cobrança de escanteio, Dani Rodrígues pegou o rebote na marca penal e bateu com categoria no ângulo de Agirrezabala. O time de Javier Aguirre ainda poderia aumentar a vantagem antes do intervalo e, em lance semelhante, Muriqi tentou mandar nas redes e a defesa bloqueou na hora certa.
O Athletic Bilbao insistiu na busca pelo empate durante a etapa inicial. Nos acréscimos, Nico Williams, em primeiro tempo pouco inspirado, recebeu passe açucarado de Ruíz e, cara a cara com o goleiro, mandou na rede pelo lado de fora a melhor chance dos bascos.
Athletic reage e leva para a prorrogação
O segundo tempo quase iniciou com um prejuízo ainda maior para o Bilbao. Na saída de bola, Cyle Larin ganhou na dividida com a defesa, ficou na cara do gol e parou em Agirrezabala.
O susto alertou os comandados de Ernesto Valverde e deu o start para o início de uma nova pressão, que, desta vez, foi efetiva. Aos cinco da etapa final, Sancet ficou na boa após passe de Nico Williams e, na entrada da pequena área, mandou nas redes.
O gol cedo incentivou os bascos a aumentarem o ritmo em busca de uma virada. O Mallorca recuou ainda mais e ofereceu campo para o Athletic. Novamente seguro defensivamente, os Bermellones repetiram a eficiência na zaga e não cederam o placar, levando a decisão para a prorrogação.
Uma chance para cada lado
A prorrogação foi nervosa para os dois lados. Amplamente favorito, o Athletic sentiu mais a pressão e evitou se expor aos contragolpes. Ainda assim, o time basco controlou a posse de bola no ataque e teve a primeira grande chance.
Aos sete do tempo-extra, Iker Muniain cobrou falta com categoria e a bola caprichosamente beliscou a trave, correndo pela rede do lado de fora.
A resposta do Mallorca veio somente depois da pausa para o intervalo. Muriqi apareceu no meio da marcação, desviou de cabeça e Agirrezabala buscou no cantinho.
Com tentativas tímidas e cansaço explícito, as penalidades se consolidaram como a única alternativa para definir o campeão da Copa do Rei.
Agirrezabala segura o Mallorca e devolve o título ao Bilbao
No drama dos pênaltis, favoritos e azarões se equivaleram novamente, mas a igualdade finalmente deixou o placar. Muriqi e Raúl Garcia começaram mandando as primeiras cobranças nas redes.
Na segunda rodada, Morlanes parou em Agirrezabala e Muniain colocou o Bilbao em vantagem. Radonjic mandou para longe o sonho do Mallorca e Vesga deixou os bascos perto do título.
Apesar da cobrança perfeita de Antonio Sánchez, Berenguer manteve o 100% de aproveitamento do Athletic e carimbou o título, estufando as redes.
Futebol Geral
Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.
O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.
Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.
Futebol Geral
Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.
Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.
Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe
O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.
As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.
Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.
Centroavante decide novamente
Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.
Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.
A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.
A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.
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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.
Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.
Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende
A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.
Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.
O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.
A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.
Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.
Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra
Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.
Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.
A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.
O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.
A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.
A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.
Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.
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