Futebol Geral
Aps nove temporadas, Santos e Palmeiras voltam a decidir o Paulisto :: ogol.com.br

Depois de nove temporadas, o Clássico da Saudade volta a decidir um Campeonato Paulista. Após vitória mínima na partida de ida, o Santos vai até o Allianz Parque e decide o Paulistão contra o Palmeiras em busca de repetir a campanha de 2015, quando se sagrou campeão do estadual.
Após o marasmo da última temporada, o Peixe deu a volta por cima em 2024. Com excelente campanha na primeira fase, os comandados de Carille somaram 25 pontos e perderam apenas um dos três jogos contra os grandes da capital.
O revés foi justamente frente ao Palmeiras, rival da decisão do Paulistão. O clube alviverde derrotou o Alvinegro da Vila Belmiro por 2 a 1 na terceira rodada da competição, com um segundo tempo muito elétrico.
Presente em seis das últimas dez finais
O Alviverde Imponente segue em busca do seu 26º título de Campeonato Paulista. Nas últimas duas temporadas, o Verdão saiu atrás na partida de ida e reverteu o placar, sagrando-se campeão do Estadual contra São Paulo e Água Santa, respectivamente.
Não é de hoje que o Palmeiras comprova o seu favoritismo no Estado de São Paulo. Nas últimas dez decisões de Paulistão, o Palestra esteve presente em seis delas: foi vice em 2015, 2018 e 2021 e saiu com o caneco em 2020, 2022 e 2023.
Agora, o foco do Verdão é só um: sair com o troféu na despedida de Endrick. O jovem se muda para Madri para jogar no Real na metade de 2024 e quer coroar a passagem com o seu segundo título de Paulistão, mas, dessa vez, como protagonista do ataque palestrino.
O renascer de um gigante
A temporada de 2023 foi muito dura para os santistas por alguns motivos. O rebaixamento inédito no Campeonato Brasileiro foi, e ainda é, uma lembrança árdua de esquecer.
As razões para o fracasso santista no último ano são facilmente enumeráveis, mas é hora de virar a página. Com novo elenco e velho conhecido no comando, o Peixe deu um show no Paulistão até aqui.
De volta ao mata-mata do Estadual após três temporadas de quedas na primeira fase, o Santos mostra e comprova que está renascendo. Agora, mais do que nunca, é hora de cravar se a chave virou para sair do marasmo que foram os últimos anos.
O retrospecto é alviverde
O histórico do Clássico da Saudade é favorável ao Palestra. São 311 jogos, com 135 vitórias alviverdes, 79 empates e 97 triunfos santistas em partidas oficiais. No Paulistão, o Palmeiras segue na frente: em 197 partidas, o Porco saiu vitorioso em 97, empatou em 45 e foi superado pelo Peixe em outras 55 oportunidades.
Na casa palmeirense, o Santos fica mais atrás ainda: Em 162 partidas, o Alvinegro venceu apenas 39, empatou 43 e saiu derrotado em 80 edições do confronto. Foram oito derrotas alvinegras nas últimas nove partidas no Allianz Parque e, pelo Paulistão, o Peixe não vence na casa alviverde desde 2018.
A última final de Campeonato Paulista entre os clubes foi justamente a de 2015. Na ocasião, o Peixe saiu campeão do Paulistão após igualar a vantagem palmeirense e derrotar o alviverde nos pênaltis.
Antes disso, o Clássico da Saudade tinha passado 55 anos sem decidir o Campeonato Paulista. Na edição de 1959, com final realizada em 1960, o Palmeiras saiu vitorioso após vencer o terceiro jogo, já que, com dois empates nas finais, uma terceira partida foi necessária.
O Peixe quer ressurgir e conquistar seu primeiro título desde 2016, quando levantou o troféu do Campeonato Paulista, contra o Audax. Por outro lado, o Palmeiras quer aumentar a sua hegemonia de títulos do Paulistão com virada na segunda partida: foi assim em 2022, contra o São Paulo, e em 2023, contra o Água Santa.
Futebol Geral
Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.
O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.
Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.
Futebol Geral
Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.
Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.
Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe
O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.
As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.
Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.
Centroavante decide novamente
Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.
Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.
A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.
A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.
Futebol Geral
Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.
Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.
Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende
A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.
Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.
O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.
A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.
Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.
Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra
Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.
Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.
A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.
O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.
A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.
A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.
Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.
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