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Palmeiras vira contra o Santos e se sagra tricampeo paulista :: ogol.com.br

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Sob o comando de Abel Ferreira, o Palmeiras tinha uma missão complicada neste domingo, 7, após perder por 1 a 0 na ida da final para o Santos. Em casa, o Verdão se impôs, pouco sofreu e venceu por 2 a 0 para ser tricampeão paulista. Os gols do título foram marcados por Raphael Veiga e Anibal Moreno. 

Esse foi o 26º título do Palmeiras no Campeonato Paulista, o terceiro seguido e o quarto nos últimos cinco anos. Já o Santos não sabe o que é faturar o título estadual desde 2016.

Verdão se impõe

O jogo foi quente desde os primeiros minutos, com disputas fortes e tensão entre os jogadores. A primeira chance clara foi do Santos, aos 6, quando Guilherme cruzou da esquerda, a zaga afastou e Pituca soltou uma pancada no ângulo, parando em defesa espetacular de Weverton. Aos 9, o Palmeiras que quase marcou, quando após bate rebate no alto, Veiga ajeitou para Mayke, que bateu e viu Gil tirar a bola em cima da linha. 

O Palmeiras aos poucos assumiu o protagonismo do jogo e ficou com a bola, caçando espaços diante do sistema defensivo bem postado do Santos. O Verdão não teve facilidade ao tentar criar suas chances. Aos 20, Veiga teve tudo para marcar ao receber ajeitada de frente para o gol, mas Joaquim fez corte providencial. Do outro lado, o Peixe teve o contra-ataque, mas faltou maior capricho. 

Ainda muito travado e com poucas chances de gol, o jogo ganhou polêmica quando Weverton bateu tiro de meta rapidamente, Endrick ganhou na velocidade Felipe Jonathan e foi derrubado na área por João Paulo. Após longa revisão, o pênalti foi marcado. Aos 33, Veiga cobrou a penalidade no alto, com perfeição, e abriu o placar para o Palmeiras.

O segundo gol quase aconteceu aos 36, quando Mayke recebeu de Endrick, bateu para o meio e Lázaro errou a finalização de letra. O Santos esteve baqueado e não reagiu ao golpe sofrido, pouco aparecendo no ataque. Aos 49, o Palmeiras que assustou com Piquerez, que roubou a bola na intermediária, soltou uma pancada no cantinho e João Paulo espalmou. Aos 50, após escanteio, Murilo encobriu o goleiro e por pouco não marcou. 

Paulistão segue verde

O segundo tempo começou animado, com o Palmeiras levando perigo em jogadas de velocidade. O Santos respondeu com uma chance clara, quando Guilherme foi lançado pela esquerda, ficou cara a cara com Weverton, mas parou no goleiro. Em um lá e cá frenético, os jogadores do Peixe ficaram pedindo pênalti por um suposto toque de mão na área, mas o VAR analisou e não viu infração. 

O Santos ficou bem perto de empatar aos 13, quando após boa jogada de pé em pé, Otero bateu cruzado, conseguiu vencer Weverton, mas Mayke apareceu para salvar em cima da linha. O Palmeiras voltou a atacar com maior intensidade, e aos 17, Endrick soltou uma pancada de longe, só que ao lado da meta. Aos 20, Endrick pegou a sobra na área após corte da zaga santista, bateu de primeira e acertou o lado de fora da rede. 

A marcação alta do Palmeiras foi forte e deu origem ao segundo gol. O lance ainda teve cruzamento de Piquerez, ajeitada de Flaco López e Anibal Moreno entrando livre na área para completar. O Santos não teve outra opção a não ser se lançar de vez ao ataque. Aos 28, Pituca arriscou de longe, mas mandou por cima da meta. Não estava nada fácil criar chances de diminuir. 

Virou pressão do Santos, mais na base do desespero do que tudo. Aos 42, o Palmeiras teve a chance de matar em contra-ataque puxado por Luís Guilherme, mas João Paulo fez grande defesa no chute de Mayke, cara a cara. Foram seis minutos de acréscimos de um duelo elétrico. Aos 47, Gil subiu sozinho na segunda trave e perdeu a chance de diminuir na melhor chance do Peixe. Veio o apito final para confirmar mais um título do Verdão. 



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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