Futebol Geral
Athletico atropela o Rayo Zuliano e segue dominante na Sul-Americana :: ogol.com.br

Já especialista em Copa Sul-Americana, o Athletico Paranaense não deixou espaço para dúvidas de que é um dos favoritos e passou como quis contra o modesto Rayo Zuliano, na Ligga Arena, nesta terça-feira, 9. Com direito a quatro gols ainda no primeiro tempo, o Furacão confirmou sua goleada em 6 a 0. Fernandinho, Esquivel, Pablo, Mastriani e Canobbio (2x) marcaram.
O Athletico Paranaense domina o Grupo E da Sul-Americana, com 6 pontos conquistados em dois jogos. O Danuvui aparece em segundo, com 4 pontos, enquanto o Rayo Zuliano é lanterna, zerado. Apenas o primeiro colocado avança diretamente para as oitavas de final.
Rayo sucumbe ao Furacão
Mesmo poupando alguns titulares, o Athletico Paranaense foi extremamente dominante e não tomou conhecimento do Rayo Zuliano. O Furacão encontrou espaços desde cedo, principalmente pelo lado esquerdo. Aos 8, após lançamento de Erick para a área, a bola bateu na mão de Jaider Julio e após análise, o pênalti não foi marcado, para muita reclamaçãos dos jogadores do time brasileiro.
Mas a penalidade não fez falta, já que pouco depois, após lançamento de Thiago Heleno, Canobbio ganhou na velocidade e foi derrubado pelo goleiro Corredor. Pênalti agora clara. Aos 15, Fernandinho foi para a cobrança, deslocou o goleiro e abriu o placar. O Rayo Zuliano conseguiu uma resposta aos 21, quando Saimon Ramirez passou por dois marcadores, bateu firme e carimbou o travessão.
Passado o susto, só deu Athletico. Aos 23, Fernandinho acertou um belo lançamento longa para Esquivel, que apareceu nas costas da zaga e bateu de cobertura para marcar um golaço e ampliar. As chances seguiram surgindo, Corredor trabalhaando e aos 27, após cruzamento de Léo Godoy, Pablo ajeitou de cabeça e a bola ficou com Canobbio, que girou e bateu firme para encontrar a rede e marcar o terceiro.
O atropelo já era grande e as chances de gol do Athletico seguiram sendo empilhadas. Aos 32, Canobbio recebeu na área, emendou de voleio e o goleiro espalmou para fora. Aos 37, o uruguaio poderia ter ampliado após ser deixado livre na área por Fernandinho, mas desperdiçou ao mandar por cima. Ainda deu tempo de marcar mais um. Aos 46, Pablo que foi lançado por Fernandinho e mostrou muita categoria para tocar por cima do goleiro e marcar o quarto.
Sem piedade
Com uma goleada já estabelecida, o Athletico voltou para um segundo tempo extremamente confortável, em que teve a bola e acelerou somente quando achou necessário. Ainda assim seguiu criando chances com facilidade. Aos 7, Julimar recebeu na área, teve tempo de dominar e bater colocado, mas o goleiro salvou. Aos 13, Canobbio pintou livre na área e mergulhou para cabecear, mas errou o alvo.
Sempre que acelerava um pouco mais, o Athletico levava perigo. Uma nova bola na rede saiu dos pés do goleador Mastrianni, que aos 21, no seu primeiro toque na bola, arriscou de fora da área e contou com desvio para marcar o quinto gol. Aos 26, Erick que arriscou de fora da área, mas não acertou o alvo. O Rayo Zuliano seguiu sendo completamente inofensivo no ataque e já esperava o apito final.
A partida seguiu com a mesma dinâmica e o Athletico não parou de marcar gol. Aos 31, após lançamento longo de Thiago Heleno, Canobbio recebeu pelo lado esquerda, arrancou, invadiu a área e bateu cruzado para superar o goleiro. Não perca as contas, 6 a 0 para o Furacão. Aos 33, Erick quase marcou mais um após bola ajeitada por Di Yorio, mas errou e mandou por cima.
As chances seguiram surgindo em um jogo vencido há muito tempo. Aos 38, Erick de novo apareceu no ataque, dessa vez para completar de cabeça o cruzamento de Christian, mas mandou para fora. Nesse meio tempo, o Rayo Zuliano até arriscou finalizar e acertou o alvo, mas sem causar problemas ao goleiro Bento. O apito final apenas confirmou a goleada do Athletico.
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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.
O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.
Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.
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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.
Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.
Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe
O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.
As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.
Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.
Centroavante decide novamente
Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.
Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.
A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.
A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.
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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.
Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.
Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende
A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.
Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.
O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.
A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.
Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.
Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra
Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.
Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.
A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.
O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.
A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.
A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.
Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.
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