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Felipe Anderson chega ao Palmeiras com status de craque e sombra de fracassos recentes :: ogol.com.br

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Com grande trabalho nos bastidores, o Palmeiras fechou a contratação de Felipe Anderson sem qualquer tipo de vazamento. O meia criado no Santos está na Europa há uma década, teve a Lazio como segunda casa, mas também viveu momentos de grande decepção.

Aos 31 anos de idade, qual versão de Felipe Anderson o Palmeiras vai receber? Na Lazio, o brasileiro é bem quisto e com mais de 300 jogos entre suas duas passagens. Já no West Ham, e principalmente no Porto, a realidade foi bem diferente…

O azul caiu bem

Contratado em 2013 pela Lazio, Felipe Anderson passou por um período difícil de adaptação na primeira temporada. Mas o crescimento foi evidente e contínuo após o segundo ano. Felipe passou a combinar a capacidade de marcar gols e também de servir os companheiros Biancocelestes. Na temporada 2016/17, e também em 2017/18, o meia atingiu uma dezena de assistências.

Em um período marcado pelo domínio da Juventus, coube a Lazio, e a Felipe Anderson, chegar longe nas disputas de Copa da Itália. Em 2015, a equipe levou o duelo contra a Velha Senhora para a prorrogação, mas acabou derrotada com gol de Alessandro Mati. Em 2017, a história se repetiu e, com gols de Dani Alves e Bonucci ainda antes dos 25 de jogo, a Juve faturou mais um título.

Pelo Campeonato Italiano, curiosamente, o melhor desempenho da Lazio nesse período foi na última temporada, vencida pelo Napoli. A equipe fechou na segunda colocação, o melhor posto desde o título em 1999/00, e Felipe contribuiu com nove gols e três assistências.

Recorde e queda

As atuações convincentes pela Lazio fizeram com que Felipe Anderson realizasse o sonho de muitos atletas hoje em dia, o de atuar na Premier League. Em 2018, o West Ham desembolsou cerca de 40 milhões de euros para contar com o brasileiro – na época, a contratação mais cara da história dos Hammers.

Em sua primeira temporada na equipe, o meio-campista conseguiu repetir o bom desempenho que apresentou na Lazio, com 10 gols marcados e cinco assistências distribuídas. O problema para Felipe Anderson é que, depois disso, as oscilações passaram a ser recorrentes. Na segunda temporada, foram apenas 21 jogos como titular com um gol marcado e seis assistências.

“A primeira temporada, quando você se adapta ao estilo do time, é mais fácil. Na segunda, começam a te conhecer mais. Faltou um pouco de criatividade. Meu começo foi bom, mas depois fiquei um pouco bloqueado. Foi um erro não ter mudado meu estilo. O importante é aprender”, declarou Felipe em entrevista ao Estadão.

A diretoria do West Ham, no entanto, não concordou com a visão do jogador brasileiro. Sem interesse de manter Felipe Anderson no plantel, os Hammers cederam o atleta ao Porto, de Portugal.

Com enorme expectativa, Felipe Anderson chegou aos Dragões como grande contratação, mas já com a temporada 2020/21 em andamento. Foram apenas 10 partidas, uma assistência distribuída, e a esperança se transformou em decepção. 

“Tecnicamente é muito evoluído, tem uma capacidade física também. O grande problema do Felipe é no plano emocional, muito sinceramente. Eu acho que falta alguma consistência nas suas temporadas. É capaz de fazer um ou outro jogo dentro daquilo que é a qualidade dele e depois passa por momentos que faltam um pouco de confiança, de acreditar mais. É por aí naquilo que eu pude viver com o Felipe”, declarou o técnico do Porto, Sérgio Conceição. 

Já em 2021/22, Felipe voltou para “casa”, ou pelo menos a sua casa do futebol europeu. A Lazio pagou apenas três milhões de euros para contar com o meio-campista e, de lá para cá, o jogador disputou 142 jogos, marcou 24 gols e deu 21 assistências. Com a confiança restabelecida, o próximo passo na carreira é o Palmeiras e o futebol brasileiro.

Da Itália ao Brasil: Éder e JP não vingaram

Recentemente, o Brasil recebeu de volta dois jogadores que brilharam na Europa e, até mesmo, se naturalizaram para defender a seleção da Azzurra. O atacante Éder Citadin voltou ao país pelo São Paulo, enquanto João Pedro Galvão assinou com o Grêmio.

Com 26 jogos e seis gols pela seleção italiana, Éder não conseguiu se impor no São Paulo e marcou apenas 11 gols em 75 jogos pelo time do Morumbi. De volta ao clube que o formou, o Criciúma, o centroavante foi importante na volta da equipe à elite do futebol brasileiro.

Ainda com uma escala na Turquia antes de retornar ao Brasil, JP Galvão teve dificuldades em sua primeira temporada de Grêmio. Conhecido pela contribuição em gols, principalmente com a camisa do Cagliari, onde tem mais gols do que Ronaldo pela Serie A, o atacante deu uma assistência em 15 jogos em 2023.

Neste ano, em 16 jogos, JP já balançou as redes em três oportunidades, mas não é titular com Renato Gaúcho no comando gremista. Aliás, ele não começa entre os 11 desde o mês de fevereiro.

Como os exemplos “italianos” recentes mostram, a volta ao futebol brasileiro pode não ser assim tão simples. Felipe Anderson chega como craque, com direito a chapéu na Juve, e com um histórico impecável na Lazio. Mas o meia também já mostrou que precisa de confiança para render no mais alto nível.



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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