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Eliminao na Champions faz Barcelona adiantar reconstruo para 2024/25 :: ogol.com.br

Ainda em busca de estabilidade desde a saída de Lionel Messi e com uma gestão baseada na resolução de graves problemas financeiros, o Barcelona mais uma vez vai precisar se reconstruir. É possível dizer que a temporada 2022/23, inclusive, terminou nesta quarta-feira, 16, com a eliminação para o PSG na Liga dos Campeões. Única chance ainda possível de título, o Campeonato Espanhol tem o Real Madrid com folga como líder.
O principal problema do Barcelona está fora de campo, no financeiro. Antes da temporada 2022/23, o clube anunciou o objetivo de alcançar € 859 milhões com receitas e cerca de € 11 milhões de lucro. O presidente Joan Laporta divulgou há alguns meses que os Culés possuem dívidas de € 1,2 bilhão, isso sem contar € 1,5 bilhão do projeto Espai Barça para reformar o Camp Nou.
“O que estamos fazendo é otimizar os nossos esforços para salvar a instituição. Havia uma dívida de € 1,3 bilhão, e a maior parte era de curto prazo. Houve capitais próprios negativos [dívidas que excedem o ativo] de € 455 milhões. Em qualquer empresa privada teriam iniciado um processo de falência, mas tomamos decisões corajosas e salvamos o clube da tragédia”, disse o presidente do clube em entrevista concedida ao jornal britânico The Telegraph.
Laporta ainda deixou claro na época que o clube continua em perigo financeiro e, por isso, se empenhará em reduzir ainda mais a folha salarial que, segundo ele, já é a mais baixa dos últimos oito anos.
Em fevereiro deste ano, a La Liga ainda reduziu o limite anual de gastos em salários do Barcelona para 66 milhões de euros (R$ 351,6 milhões). A decisão faz com que o clube possa usar apenas 204 milhões de euros (R$ 1,086 bilhão) em pagamentos depois do mercado de inverno de 2023/24, valor bem menor que o da janela de verão, que foi de 270 milhões de euros (R$ 1,438 bilhão). O corte é baseado no fair play financeiro adotado pela entidade em meio aos graves problemas financeiros dos Culés.
Essa mudança também vai gerar impactos na próxima temporada, já que o Barcelona só poderá gastar uma porcentagem do que eles economizarem com salários ou arrecadarem com venda de jogadores. Ou seja, dificuldades para contratar novos reforços e até mesmo de inscrever jogadores que já estão no elenco. O cenário pode forçar o Barça a vender atletas para arrecadar, o que não aconteceu em 2023/24.
Com as dificuldades impostas, mais uma vez a saída para o Barcelona manter o alto nível competitivo sem precisar apelar para grandes compras está em ‘La Masia’, categoria de base do clube. Essa já é a realidade nesta temporada, com jovens destaques como o zagueiro Pau Cubarsí, o lateral Álex Baldé, os meias Pedri, Gavi e Fermín López e o atacante Lamine Yamal. Todos abaixo de 21 anos. Nessa lista ainda dá para colocar o centroavante brasileiro Vitor Roque, de 18 anos, que chegou em janeiro e ainda está em processo de adaptação.
Busca-se treinador
Se os problemas financeiros sufocam a manutenção do Barcelona no topo, existe ainda o desafio de encontrar um novo treinador para a próxima temporada, já que em janeiro, Xavi anunciou que deixaria o clube após junho. Em março, o diretor esportivo Deco, afirmou não querer a saída do técnico (que reforçou a saída) e disse ainda não ter negociação como nenhum outro nome.
“Xavi continua nos dizendo que a sua decisão é irreversível. Não houve negociações com nenhum treinador. Quando você sabe que o seu treinador está saindo, sabemos quem está disponível ou não. Estamos atentos ao ‘Fair Play (Financeiro)’ e sabemos o que podemos fazer. Mesmo que nos diga que vai continuar, teríamos que falar com ele sobre as opções, sobre quais seus motivos, porque ele quer continuar”, disse em entrevista à rádio Cadena SER.
Curiosamente, após o anúncio de que não iria permanecer mais no Barcelona, ainda em janeiro, Xavi acumulou quase três meses de invencibilidade até a derrota para o PSG. Antes disso foram 13 jogos, com 10 vitórias e 3 empates. A sequência levou os Culés até o segundo lugar do Campeonato Espanhol, apesar de não perto o bastante do líder e virtual campeão Real Madrid.
O Diario ‘As’, da Espanha, aponta que Roberto de Zerbi, hoje técnico do Brighton, é o nome escolhido pela diretoria do Barcelona para substituir Xavi. O treinador é reconhecido por trabalhar bem com jovens talentos e teria o “DNA blaugrana” por treinar times que gostam de ter a bola. Outro nome em pauta é Hans Flick, que está livre após deixar a seleção da Alemanha. Apesar disso, nada está definido.
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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.
O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.
Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.
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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.
Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.
Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe
O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.
As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.
Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.
Centroavante decide novamente
Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.
Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.
A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.
A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.
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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.
Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.
Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende
A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.
Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.
O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.
A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.
Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.
Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra
Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.
Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.
A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.
O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.
A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.
A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.
Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.
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