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Poo sem fundo? United coleciona feitos negativos em 2023/24 :: ogol.com.br

O Diabo mora nos detalhes. Mas a queda deste Diabo em questão é muito menos sutil. O Manchester United acumula erros desde a saída de Alex Ferguson, em 2013, e atingiu um novo baixo nesta temporada: a humilhação desta segunda-feira contra o Crystal Palace como mais um capítulo da decadência vermelha.
A goleada, de 4 a 0, foi a maior sofrida pelo Manchester United no confronto na Premier League, a segunda maior da história, atrás apenas dos 5 a 0 de 1972. Naquela época, o Manchester era um time em perigosa proximidade da zona de rebaixamento – e o Palace acabaria por cair.
A série de feitos negativos em 2023/24 parece não ter fim. O Palace, por exemplo, já havia vencido o United em Old Trafford esse ano, por 1 a 0. Nunca havia vencido os dois jogos da temporada sobre o rival.
Os 54 pontos conquistados ao fim de 35 jogos configuram a pior campanha do United na Premier League. O oitavo lugar nesta altura também é algo inédito na fase moderna do futebol inglês, desde 1992/93. A diferença para o líder, de 29 pontos, só não é maior do que a de 2019/20, quando o Liverpool fez campanha histórica e chegou aos 99 pontos no final.
A defesa caminha para ser a mais vazada da história do United na Premier League. Foram 55 gols sofridos até aqui, com três jogos ainda por realizar. O recorde negativo é recente, de 2021/22, com 57. O time concede, em média, 18 chutes a gol ao adversário por jogo – a pior média ao lado do lanterna Sheffield United.
Curiosamente, o United ainda tem chance de título nesta temporada. O clube está na final da Copa da Inglaterra. Mesmo que vença o dérbi com o City, franco favorito, será difícil falar em temporada salva, com expectativa de reformulação total para o próximo ano, a começar por Erik Ten Hag, e com um medalhão brasileiro também na linha de fogo.
Casemiro na MLS ou na Arábia?
As duras palavras de Jamier Carragher, comentarista na TV inglesa e ex-Liverpool, ecoaram após a derrota acachapante do Manchester United. O ex-atleta foi duro com Ten Hag e com o United como um todo, mas deixou as críticas mais pesadas para a forma de Casemiro.
“Ele só deveria ter mais três jogos no mais alto nível na carreira. Ele deve pensar que deve ir para a MLS ou para a Arábia Saudita. Eu falo sério. As pessoas em volta dele deveriam avisá-lo que isto tem de parar”, disparou.
“Assistir um dos grandes jogadores dos tempos modernos… Eu não cheguei perto deste nível. Mas eu sempre lembro do ditado – largue o futebol antes do futebol largar você. E o futebol o deixou”, completou.
“Um jogador deste nível não deveria passar pelo que está passando agora”, finalizou.
O que acontece com o gigante Manchester United?
Casemiro, de fato, esteve perdido na derrota para o Palace, quando teve de ser improvisado como zagueiro. Apesar da temporada abaixo do seu nível, o volante não está sozinho na crise e sequer é o brasileiro mais criticado do elenco – Antony tem sido um dos nomes mais atacados na temporada. O problema do United é mais antigo, e parece envolver muito mais do que apenas individualidades, ou mesmo treinadores. Para tentar entender a situação, a equipe oGol conversou com Stephen Gillett, editor do nosso site parceiro Playmakerstats.
“A derrota para o Palace está sendo descrita como um ‘novo ponto baixo’ na imprensa inglesa e é difícil discordar, dada a péssima performance do time de Erik ten Hag no Selhurst Park. Ten Hag parece ter falhado onde Moyes, Van Gaal, Mourinho, Solskjaer e Rangnick falharam antes dele – o que sugere que o homem no banco não é o único problema. Proprietários desinteressados, infraestrutura precária, recrutamento terrível e falta de visão nos bastidores, sem dúvida, desempenharam um grande papel”, explicou Gillett.
“A derrota para o Palace pode ter doído, mas há lampejos de esperança no horizonte após a aquisição do dono da INEOS, Sir Jim Ratcliffe, em dezembro. Ratcliffe tem um histórico de sucesso e está reformulando sistematicamente as estruturas operacionais do clube de futebol. Ten Hag pode estar vivendo seus últimos dias, mas – desde que evitem uma goleada contra o Man City na final da FA Cup – talvez a derrota para o Palace seja o mais baixo que o United pós-Ferguson possa chegar”, completou.
Futebol Geral
Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.
O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.
Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.
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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.
Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.
Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe
O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.
As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.
Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.
Centroavante decide novamente
Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.
Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.
A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.
A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.
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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.
Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.
Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende
A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.
Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.
O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.
A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.
Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.
Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra
Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.
Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.
A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.
O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.
A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.
A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.
Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.
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