Futebol Geral
Bayern confirma temporada sem ttulos pela primeira vez desde 2012 :: ogol.com.br

Para dar fim a qualquer chance de título na temporada ruim, o Bayern de Munique foi derrotado para o Real Madrid nesta quarta-feira, 8, no Santiago Bernabéu, pela semifinal da Liga dos Campeões. O roteiro ainda foi dramático após sair na frente e sofrer a virada com dois gols depois dos 40 minutos do segundo tempo, com falha do ídolo Manuel Neuer. O jogo desta quarta confirmou a primeira temporada sem títulos dos bávaros desde 2011/12.
A queda do Bayern de Munique não é somente em 2023/24, com temporadas anteriores de um futebol abaixo e de pouca competição na Europa, sem chegar sequer nas semifinais após o título contra o PSG em 2019/20. Sob o comando de Thomas Tuchel (que não permanece para a próxima temporada), o ambiente foi conturbado e o desempenho foi de 30 vitórias, 6 empates e 11 derrotas em 47 jogos até aqui.
No Campeonato Alemão eram 11 títulos seguidos, desde justamente a temporada 2011/12, quando não venceu nada. Nos últimos anos, o Bayern de Munique até cambaleou, como em 2022/23, quando venceu o Borussia Dormund no saldo de gols. Só que na atual temporada sequer competiu diante de um espetacular Bayer Leverkusen, que fez 84 pontos, invicto, contra 69 dos bávaros. Ainda restam duas rodadas.
Na Copa da Alemanha, o vexame foi ainda maior, caindo na segunda rodada para o modesto Saarbrücken, da quarta divisão, em derrota por 2 a 1. A final, ainda em maio, será entre Kaiserslautern e o imparável Leverkusen. A lista de fracassos ainda tem a Supercopa da Alemanha, perdida lá no começo da temporada com acachapante 3 a 0 a favor do RB Leipzig.
Todos esses fracassos tornaram a temporada do amedrontador Bayern de Munique a pior desde 2011/12. Naquela ocasião, os bávaros ainda foram melhores do que no momento atual. Além do vice do Campeonato Alemão, ainda foram às finais da Copa da Alemanha e da Liga dos Campeões, perdendo para Borussia Dortmund e Chelsea, respectivamente. Naquela temporada também foram 11 derrotas, mas em mais jogos (55).
O elenco da temporada 2011/12 era estrelado, com Robben. Ribery e Lahm como os grandes pilares junto a nomes como Kroos, Mario Gómez, Schweinsteiger, Boateng, entre outros. Naquele elenco, o goleiro Manuel Neuer e o atacante Thomas Müller, presentes no elenco atual, já faziam parte.
Fator Kane?
A grande contratação do Bayern de Munique para a temporada foi Harry Kane, que chegou para substituir Lewandowski e deu conta do recado. Não dá para culpar o centroavante inglês pelos fracassos, já que ele soma 44 gols e 12 assistências em 45 jogos, na temporada mais artilheira da sua goleadora carreira.
Só que também pode entrar em cena um pouco do “azar” de Kane. Mesmo sendo um dos melhores jogadores do mundo há alguns anos, o inglês de 30 anos nunca ganhou um título sequer na carreira. Ídolo do Tottenham, ele ainda passou por Norwich e Leicester no começo da carreira, e nunca venceu nada.
A expectativa era que Kane, enfim, conquistasse seu primeiro título, já que foi para uma equipe que por 11 anos consecutivos comemorou algum título importante. A temporada histórica do Leverkusen e os problemas internos do Bayern minaram as. Nesta quarta, contra o Real Madrid, o inglês não foi bem e acabou substituído. Vai ter que esperar um pouco para levantar uma taça. É o que a bávaros esperam.
Futebol Geral
Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.
O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.
Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.
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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.
Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.
Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe
O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.
As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.
Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.
Centroavante decide novamente
Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.
Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.
A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.
A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.
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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.
Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.
Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende
A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.
Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.
O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.
A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.
Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.
Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra
Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.
Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.
A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.
O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.
A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.
A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.
Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.
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