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duas formas de dizer adeus :: Colunas de Opinio :: ogol.com.br

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Stephen Gillett, Richard Cole e Alex Lawes adicionam um pouco de “Molho Ingls” para oGol. A coluna dedicada ao futebol ingls – seja no cenrio de clubes ou seleo. Do “Dog and Duck” a Wembley, de Gazza a Wazza, o Playmaker pretende trazer-lhe novos ngulos sobre as histrias que importam.

Na Premier League, existem dois veteranos brasileiros que estão encerrando a temporada com suas reputações seguindo direções muito diferentes. Casemiro pode deixar o Manchester United neste verão, embora seja difícil com três anos em seu contrato, mas se ele partir, será em circunstâncias bastante tristes, com seu profissionalismo questionado e suas atuações tendo caído drasticamente. Thiago Silva, por outro lado, jogando por um Chelsea que conduziu seus negócios fora de campo de maneira desordenada e francamente bizarra, ainda está performando bem na defesa de um time que teve uma temporada igualmente bizarra e decepcionante em campo, embora esteja terminando em alta.

Casemiro tem seu futuro em Old Trafford questionado, e é sempre ligado a propostas do futebol árabe. Thiago Silva já assinou com o Fluminense. Parceiros de muito tempo na seleção brasileira, meia e zagueiro podem dizer adeus para a Premier League de maneiras completamente diferentes. 

Casemiro: uma má escolha 

Nunca pareceu sensato, nunca foi sensato e no final das contas oferecer um contrato de cinco anos a um meio-campista outrora excelente, mas envelhecido, que foi negociado por seu antigo clube por cerca de £60 milhões com um sorriso no rosto, foi de fato uma má decisão.

No Selhurst Park na semana passada, na derrota por 4 a 0 do Manchester United para o Crystal Palace, Casemiro teve uma atuação marcante – e isso é dito de forma muito negativa. O campeão europeu cinco vezes, com 32 anos, que acabou de ser deixado de fora da seleção brasileira para a Copa América, não mostrou apenas falta de qualidade e atenção aos detalhes, mas, por mais duro e presumido que seja dizer, uma genuína falta de esforço ou cuidado em sua atuação como zagueiro.

Zagueiro é uma posição que ele teria dito a Erik ten Hag que não quer jogar. Sua negligência aparentemente intencional no papel, como mostrado simplesmente por não cumprir uma função básica de seu trabalho ao deixar Kai Havertz em posição legal no lance do gol da vitória do Arsenal em Old Trafford neste fim de semana, indicaria isso.

No entanto, não se trata apenas de ele jogar fora de posição. No primeiro dia da temporada, o Manchester United se esforçou para garantir uma vitória extremamente fortuita por 1 a 0 sobre o Wolverhampton e havia motivos para se preocupar já naquele momento. Ten Hag optou ambiciosamente por escalar um meio-campo com Casemiro ao lado de Mason Mount e Bruno Fernandes, com espaços se abrindo e a razão lógica sendo o desequilíbrio. No entanto, esse tipo de equilíbrio no meio-campo não é necessariamente algo incomum para o sucesso na Inglaterra, com Manchester City de Pep Guardiola e Liverpool de Jurgen Klopp, bem como agora o Arsenal de Mikel Arteta, frequentemente escalando perfis semelhantes no meio de campo.

O que ficou claro foi que Casemiro, após um verão sem lesões e sem torneios importantes, estava fora de forma e sem condições físicas. Matheus Cunha, do Wolves, o venceu com facilidade e os sinais de alerta estavam muito presentes desde o início. Quando ele assinou com o Manchester United, parecia apenas mais uma contratação típica dos Diabos Vermelhos na última década: um jogador em seu auge movido por um clube que não toma decisões sensatas no mercado de transferências, com a suposta intenção do United sendo vender camisas e, talvez, ter algumas boas atuações a curto prazo.

Essa curta duração durou até por volta da primavera da última temporada, após sua excelente atuação contra o Newcastle no Estádio de Wembley, quando venceu a Copa da Liga. Casemiro pareceu simplesmente desligar mentalmente depois disso, sendo expulso duas vezes na segunda metade da temporada, e agora sua capacidade física aparentemente se foi também, com uma clara falta de disposição para sequer tentar.

As pernas se foram, a cabeça se foi e é o típico ciclo de transferência de grandes somas de dinheiro pós-Sir Alex Ferguson que assombra um Manchester United inchado há anos enquanto eles lidam com o que será seu pior resultado na era da Premier League. No entanto, não seria surpresa se Casemiro saísse neste verão e de alguma forma conseguisse reacender sua carreira em um ambiente mais estável e simplesmente mais sério do que Old Trafford.
Sensível, sério e inteligentes clubes nunca teriam optado por gastar tanto dinheiro em um jogador de 31 anos tão tarde em uma janela de transferências e depois oferecer a ele um contrato de cinco anos, mas o Manchester United não tem sido um clube de futebol sensato, sério ou inteligente há algum tempo.

Thiago Silva: sai como ídolo 

Thiago Silva, aos 39 anos, sairá da Premier League pela porta da frente. Deixará o Chelsea, embora talvez não tão grandioso quanto nomes como John Terry, Frank Lampard ou Didier Drogba, mas sim como um ídolo do clube.

O zagueiro, com 113 jogos pela seleção brasileira, tem sido um excelente defensor no futebol europeu por mais de uma década e finalmente conseguiu conquistar sua primeira Champions League com o Chelsea em 2021. Um líder, tanto dentro quanto fora de campo, Silva tem se aprimorado e tirado o melhor de si mesmo ao longo de seus últimos anos como profissional, com um rígido regime pessoal que lhe permitiu continuar sendo, talvez, o jogador mais importante do Chelsea, pelo menos no terço defensivo, desde que se juntou em uma transferência gratuita do Paris Saint-Germain no verão de 2020.

O zagueiro disciplinado ainda espera e acredita que tem uma chance de retornar à seleção brasileira em algum momento antes da Copa do Mundo de 2026, com seu contrato no Fluminense indo até o final da temporada 2026.

Num período em que os torcedores do Chelsea se tornaram majoritariamente descontentes e desiludidos com a forma como o Chelsea vem sendo administrado, a maioria, senão todos, os torcedores dos Blues ficarão tristes em vê-lo deixar Stamford Bridge, com suas performances e personalidade deixando um grande vazio para Mauricio Pochettino preencher.

Em uma carreira estelar, Silva tem 31 grandes conquistas por clube e seleção, mas ainda não acabou e, da perspectiva europeia e inglesa, não seria surpresa se esta semana não fosse a última que veremos de Silva em um contexto europeu, com a já mencionada Copa do Mundo certamente sendo um alvo para sua merecida despedida, apesar de Dorival Junior tê-lo deixado de fora da seleção para a Copa América. 



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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