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So Paulo domina Fluminense, faz as pazes com o Morumbi e sobe na tabela :: ogol.com.br

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O São Paulo dominou o Fluminense no Morumbis, soube usar os erros do rival e venceu por 2 a 1 para conquistar a primeira vitória em casa no Campeonato Brasileiro, fazendo as pazes com os quase 40 mil torcedores que estiveram no estádio. 

Com a primeira vitória em casa, o Tricolor Paulista chegou a dez pontos e subiu para o quinto lugar no Brasileirão, enquanto o Flu abre a zona de rebaixamento, com cinco. 

Flu castiga, mas São Paulo responde

Os dois times usaram e abusaram da pressão alta no início de jogo. A tentativa era recuperar a bola já próximo do gol adversário. As defesas não tinham vida fácil para sair jogando. A saída de bola carioca procurava quase sempre Marquinhos, que tentava progressões com bola. Só que era freado sempre com falta. 

Aos 14 minutos, o São Paulo conseguiu boa aproximação pelo lado direito para sair com perigo. De pé em pé. Alisson e Igor Vinícius trabalharam bem a jogada por ali, o lance passou no meio por Luciano e chegou em Rodrigo Nestor, que soltou a pancada. Fábio jogou para escanteio. Na sobra do cruzamento, Bobadilla ameaçou em chute forte, sem acertar o alvo. 

O Tricolor Paulista ganhou confiança. Aos 18, Fábio vacilou em saída de bola e entregou nos pés de Rodrigo Nestor. Mais uma vez, Nestor bateu forte, Fábio espalmou e, na sobra, a bola ficou com Juan quase na pequena área. Mas a cabeçada foi fraca, nas mãos de Fábio. Juan teve nova chance de cabeçada aos 21, ao receber lançamento de Bobadilla na área. Dessa vez, mandou para fora. 

O Tricolor das Laranjeiras continuou nas cordas. Aos 27, Igor Vinícius mandou cobrança de falta na área e Alan Franco apareceu sozinho, de frente para o gol. Mas mandou cabeçada para fora. Mais uma grande chance desperdiçada. A máxima do “quem não faz, leva”, acabou aparecendo em seguida… 

Depois de todo o sufoco, depois de ver o rival perder chance atrás de chance, Kauã Elias fez grande jogada pelo meio, deixou os marcadores pelo caminho e abriu na área com Keno. Rafael saiu e pegou o primeiro chute, mas a bola voltou em Keno e ainda bateu em Igor Vinícios até morrer no fundo das redes. 

Só que o empate não demorou muito. Fábio voltou a entregar o ouro ao bandido, e dessa vez, não foi perdoado. O goleiro perdeu bola para Juan na área. O jovem ajeitou com Bobadilla, que dominou e, já caindo, finalizou para o fundo das redes. Um resultado mais justo com o que aconteceu na primeira etapa. 

São Paulo volta a aproveitar erro do Flu

O São Paulo seguia melhor no segundo tempo. Se Juan estivesse em uma melhor noite, talvez fosse mais fácil chegar ao segundo gol. O Fluminense, do outro lado, tentava sempre castigar a falta de eficiência do adversário. E quase conseguiu quando Diogo Barbosa cruzou e Arias soltou a pancada de perna direita. A bola passou perto do travessão. 

O segundo tempo caminhava com menos erros que o primeiro. Sem tanto vacilo na saída de bola. Até que, aos 22, o Flu vacilou de novo. Lima perdeu bola na área para Galoppo, que deixou atrás com Luciano. De primeira, o camisa 10, que havia discutido (feio) com Diniz (expulso) na reta final do primeiro tempo, balançou a rede. Só que Daronco, chamado pelo VAR, marcou falta de Galoppo no lance e anulou o gol. 

A jogada quase se repetiu pouco depois, mas com roubada fora da área. Alisson ficou com a bola e tentou achar Ferreira livre na área. Só que Arias chegou na hora certa para fazer o corte. O gol, porém, saiu após a cobrança de escanteio. Arboleda ficou com a sobra de bola na área e mandou para a rede, com oportunismo de número 9. 

No desespero, o Tricolor das Laranjeiras ainda tentou reagir. E até ameaçou com John Kennedy, que parou em Rafael. Marcelo chegou ainda mais perto, com pancada de perna direita de fora da área que explodiu na trave. Ficou na ameaça. O São Paulo fez as pazes com o Morumbi. 



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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