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Futebol Geral

um balano da temporada da Premier League :: Colunas de Opinio :: ogol.com.br

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Stephen Gillett, Richard Cole e Alex Lawes adicionam um pouco de “Molho Ingls” para oGol. A coluna dedicada ao futebol ingls – seja no cenrio de clubes ou seleo. Do “Dog and Duck” a Wembley, de Gazza a Wazza, o Playmaker pretende trazer-lhe novos ngulos sobre as histrias que importam.

Depois de uma disputa acirrada pelo título, o Manchester City fez o que muitos suspeitavam e conquistou o quarto título consecutivo da Premier League – mas a temporada 2023/24 foi de altíssimo nível e repleta de emoções e surpresas.

Aproveitando o fim de uma temporada certamente histórica, os jornalistas do nosso parceiro Playmaker passaram a régua e fecharam a conta, com um balanço final do campeonato, destacando um jogador, uma surpresa e um momento que, para eles, tiveram grande protagonismo na temporada. Se você tiver outros, ou quiser cornetar, já sabe: fique à vontade nos comentários. 

Alex Lawes (jornalista especialista em futebol inglês e europeu)

Jogador da temporada: Phil Foden –  Uma vez considerado uma jovem promessa e agora o maior artilheiro de todos os tempos do Manchester United, Wayne Rooney foi visto como uma superestrela mundial ao longo de sua carreira e é justamente considerado um dos maiores talentos da Inglaterra. Durante sua carreira brilhante, Rooney ganhou 16 troféus. Phil Foden, nascido em Stockport, por outro lado, ganhou seu 17º troféu no domingo aos 23 anos de idade. Com 1,70m de altura, velocidade e habilidade técnica em abundância, o menino do Manchester City se tornou um homem nesta temporada com 19 gols na Premier League, incluindo alguns decisivos, especialmente um par de gols no primeiro tempo que efetivamente selou o histórico quarto título consecutivo do City.

Surpresa da temporada: A saída de Jürgen Klopp – No dia 26 de janeiro de 2024, uma sexta-feira de manhã aparentemente tranquila, o Liverpool divulgou um vídeo confirmando a saída iminente daquele que foi treinador do clube por tanto tempo, Jürgen Klopp. O alemão, de 56 anos, se tornou uma figura revolucionária para um dos clubes mais tradicionais do mundo, mas, de repente, confirmou que deixaria os Reds. O ex-treinador do Borussia Dortmund e do Mainz não teve a despedida romântica que desejava, mas deixa para trás uma pilha de troféus, memórias e muito mais ao seguir para seu próximo capítulo. Ame ou odeie o Liverpool, a vida e o futebol na Inglaterra serão para sempre diferentes em sua ausência.

Momento da temporada: A defesa de Ortega (vs. Son)  que garantiu a vitória e o título ao City –  Talvez influenciado pela proximidade dos acontecimentos, o momento de uma memorável e emocionante temporada da Premier League teria que ser a dramática e decisiva defesa de Stefan Ortega na vitória por 2 a 0 do Manchester City sobre o Tottenham. Quando ainda estava 1 a 0, com apenas alguns minutos restantes, o capitão e talismã do Spurs, Son Heung-min, correu em direção ao gol e teve a chance de basicamente entregar aos seus rivais Arsenal o primeiro título em 20 anos. No entanto, após entrar como substituto do lesionado Ederson, Ortega superou o sul-coreano para fazer uma defesa que garantiu o título.


Stephen Gillett (Jornalista esportivo e editor da Mighty Delta)

Jogador da temporada: Rodri.  Phil Foden e Martin Odegaard chegaram perto, mas eu tenho que escolher o maestro do meio-campo do Manchester City, Rodri. Um ato de classe absoluta no coração do City, o espanhol incrivelmente não perdeu um jogo da Premier League durante toda a temporada (34 jogos: 27 vitórias, 7 empates) e, significativamente, o time de Pep Guardiola perdeu três dos quatro jogos de liga que jogaram sem ele. Agora invicto nos últimos 50 jogos da primeira divisão, Rodri personifica a excelência do City; eles são o melhor time do futebol inglês e ele é seu jogador mais influente.

Surpresa da temporada: A histeria dos clubes com o VAR – Algumas das decisões do VAR nesta temporada foram chocantes por conta própria, como o gol anulado de Luis Diaz para o Liverpool contra o Tottenham, uma decisão abaixo da crítica. No entanto, a maneira como alguns clubes reagiram quando prejudicados pelo VAR foi talvez ainda mais preocupante. Após o mencionado gol anulado de Diaz, o Liverpool emitiu uma nota dizendo que a ‘integridade esportiva’ foi prejudicada pelo erro ‘inaceitável’. O treinador do Arsenal, Mikel Arteta, teve um colapso e chamou o VAR de ‘uma desgraça’ após uma derrota por 1 a 0 para o Newcastle em novembro e o Nottingham Forest emitiu comunicado após uma derrota por 2 a 0 para o Everton no mês passado acusando o árbitro, torcedor do Luton, de parcialidade. Questionar a integridade dos apitadores e do jogo como um todo é um caminho perigoso a seguir.

Momento da temporada: Bobb contra os Magpies – Há muitos para escolher, mas, no contexto da corrida pelo título, o momento que ainda se destaca para mim é o gol decisivo de Oscar Bobb para o City na vitória por 3 a 2 dos Cityzens sobre o Newcastle em janeiro. Perdendo por 2 a 1 em St James’ Park com mais de uma hora de jogo, o City precisava de uma faísca. E Kevin De Bruyne a forneceu. Retornando de um longo período de lesão, o meio-campista belga marcou com seu primeiro toque após entrar aos 69 minutos e, em seguida, fez um excelente cruzamento nos acréscimos, que o jovem da base Oscar Bobb finalizou maravilhosamente. Isso marcou um ponto de virada na temporada do City e o resto, como dizem, é história. Como torcedor do Manchester United, devo mencionar o primeiro gol de Kobbie Mainoo na Premier League contra o Wolves – me fez pular da cadeira!


Daniel Oliveira (Analista de dados e escritor do Playmaker)

Jogador da temporada: Rodri. Ele poderia facilmente ser incluído na minha ‘Surpresa da temporada’ abaixo, dada sua omissão da lista de oito homens da Premier League para o melhor jogador da Premier League. Para mim, ele é exatamente isso. Apesar da temporada fantástica de Phil Foden, ninguém poderia ter reclamado se seu companheiro espanhol tivesse levado o prêmio. O talento e a criatividade de Foden podem ter pesado a seu favor, mas a influência de Rodri no City é evidente para todos e oito gols e nove assistências mostram que ele também tem produto final! Se você removesse qualquer outro jogador deste time do Manchester City, ele provavelmente ainda funcionaria e venceria o título de 2023/24. O maior elogio que posso fazer a Rodri é que não acho que o City teria vencido um quarto título consecutivo da Premier League sem ele.

Surpresa da temporada: Aston Villa no ‘Top Four’ – Nos últimos 20 anos, as vagas da Liga dos Campeões foram amplamente dominadas pelos tradicionais ‘Top Six‘, com exceção do Leicester em 2016/17. Na temporada passada, o Newcastle garantiu uma vaga, mas seu apoio financeiro é significativamente diferente do do Aston Villa. O que o Villa alcançou nesta temporada é verdadeiramente notável, e Unai Emery está finalmente recebendo o reconhecimento que merece após fracassos percebidos no Arsenal e no PSG. No início da campanha, mesmo o torcedor mais otimista do Villa não teria previsto com confiança uma vaga entre os quatro primeiros, mas a tabela não mente e eles merecem uma chance entre a ‘elite’ da Europa na próxima temporada.

Momento da temporada: Uma semana decisiva – Vou trapacear um pouco aqui e ampliar isso para incluir uma série de momentos da Semana 33. Antes daquele fim de semana decisivo em meados de abril, Arsenal, Manchester City e Liverpool estavam travados em uma disputa de título que, de muitas maneiras, era difícil de prever. No entanto, em um fatídico domingo, o conto de fadas de Jürgen Klopp foi descarrilado por uma surpreendente derrota em casa para o Crystal Palace, e o ex-treinador dos Gunners, Unai Emery, inspirou o Aston Villa a uma vitória por 2 a 1 no Emirates. O City já havia atropelado o Luton por 5 a 1 no sábado e as probabilidades voltaram a seu favor desde então.


Richard Cole (Jornalista especializado na Premier League e no futebol feminino)

Jogador da temporada: Cole Palmer – Sempre soubemos que Palmer era um jogador talentoso com um futuro brilhante pela frente, mas quando ele fez sua transferência de mais de 40 milhões de libras para o Chelsea, não esperávamos que ele se tornasse o principal jogador tão rapidamente. Mas foi exatamente isso que Palmer fez. Às vezes, parecia que o ex-jogador do Manchester City carregava todo o time nas costas, o que em grande parte da primeira parte da campanha – antes do Chelsea encontrar seu ritmo – ele realmente fazia. O jogador de 22 anos terminou a temporada com 22 gols (segundo entre os artilheiros, atrás apenas de Erling Haaland, com 27) e 11 assistências (segundo entre os principais garçons, atrás apenas de Ollie Watkins, com 13). 43% dos 77 gols do Chelsea nesta temporada tiveram participação direta de Palmer, e ele só vai melhorar.

Surpresa da temporada: o Crystal Palace de Glasner –  A temporada dos Eagles não estava indo a lugar nenhum sob o comando de Roy Hodgson, com o clube parecendo que simplesmente não havia planejado o futuro enquanto confiava em um septuagenário para liderá-los. Então, com a chegada de Oliver Glasner, tudo pareceu mudar de repente. Desde que Glasner assumiu, em 24 de fevereiro, apenas Manchester City (35), Arsenal (34) e Chelsea (24) ganharam mais pontos do que o Crystal Palace (24). O Palace conseguiu até mesmo registrar uma vitória em Anfield, além de grandes vitórias sobre o Manchester United e o Aston Villa. Ironicamente, o Palace ainda terminou a temporada em décimo, que parece que é algo que ele faz toda temporada, mas ainda assim será fascinante ver o que Glasner conseguirá fazer em uma campanha do início ao fim. 

Momento da temporada: O gol de bicicleta de Garnacho – Olha, foi uma temporada difícil para um torcedor do Manchester United, então acho que por todo o meu sofrimento mereço aproveitar algo. Alejandro Garnacho parecia cansado à medida que a temporada avançava, mas, no geral, foi um dos melhores jogadores do United e um dos poucos capazes de algo verdadeiramente mágico. Foi exatamente isso que o jovem produziu nos minutos iniciais da vitória por  3 a 0 dos Red Devils contra o Everton no Goodison Park. O cruzamento de Diogo Dalot pela direita parecia ter sido mal direcionado para qualquer um dos jogadores de vermelho na área. Garnacho, porém, leu perfeitamente a trajetória da bola, deu alguns passos para trás e então ficou suspenso no ar de costas enquanto desviava a bola para além de Jordan Pickford. Um momento mágico, um dos maiores gols já marcados na Premier League.



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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