Futebol Geral
CRB segura o Bahia, vence nos pnaltis e vai para a final da Copa do Nordeste :: ogol.com.br

O CRB vai em busca do seu primeiro título na Copa do Nordeste. Fora de casa, segurou um empate em 0 a 0 com o Bahia e venceu em emocionante disputa de pênaltis. No tempo normal, o Tricolor foi mais propositivo e chegou a acertar o travessão duas vezes. No entanto, o Galo conseguiu levar a melhor na sua proposta, anulando o adversário na maior parte do tempo e defendendo bem.
O adversário do CRB na final da Copa do Nordeste será o Fortaleza, que goleou o Sport em duelo simultâneo. As finais da Copa do Nordeste será em ida e volta, com jogos nos dias 5 e 9 de junho. O último jogo será com mando do Galo, por ter melhor campanha.
Esperava facilidade?
Em casa e com apoio da sua torcida, o Bahia fez o jogo acontecer praticamente no seu campo de ataque durante os primeiros minutos. O Tricolor mostrou intensidade, trocou passes perto da área, mas não conseguiu furar o bloqueio defensivo do CRB, que se organizou bem. O Galo inclusive teve o primeiro chute da partida aos 11, quando Léo Pereira aproveitou erro na saída de bola, mas bateu torto, para fora.
O CRB foi se soltando aos poucos no jogo acelerando na Fonte Nova e assustou aos 14, quando o lateral-direito Hereda decidiu soltar a pancada com a perna ruim de muito longe e por pouco não acertou. O lance animou o time alagoano, que esteve melhor em campo, mesmo com menor posse de bola. O Galo seguiu com uma proposta mais efetiva e não sofreu diante da falta de criatividade do Bahia.
A bola seguiu mais tempo sob a posse do Bahia, que tentou acelerar a todo instante, passou a encaixar algumas boas jogadas pelo lado, mas seguiu errando no último passe e sem finalizar com perigo. A primeira grande chance do Tricolor só surgiu aos 32, quando Rafael Ratão cruzou da direita, Jean Lucas chegou como surpresa na área e soltou uma pancada que acertou o travessão. A bola ainda quicou na linha, mas não entrou.
O Bahia foi encaixando aos poucos o seu jogo e voltou a assustar aos 36, quando o goleiro Matheus Albino afastou e a bola sobrou na meia-lua para Jean Lucas, que bateu no contrapé e por pouco não marcou. Aos 43, Rafael Ratão soltou uma pancada da entrada da área e mandou para o lado de fora da rede. A reta final do primeiro tempo foi com pressão do Tricolor, mas o gol não saiu.
Retranca prevalece
Na volta para o segundo tempo, o Bahia continuou atacando e Jean Lucas como destaque ofensivo. Aos 4, o meia recebeu completamente livre, soltou a pancada de longe e de novo acertou o travessão. Mas o Tricolor não teve vida fácil, já que o CRB cresceu e abandonou a postura mais defensiva, batalhando pela posse de bola e aparecendo no campo de ataque, além de marcar alto.
O Bahia mostrou nervosismo com o passar do tempo, acumulando erros de passes e reclamações com a arbitragem. O Tricolor teve dificuldades para progredir em meio a pressa por marcar e não encaixou boas jogadas. Aos 16, em presente do goleiro, Everton Ribeiro deu um passe espetacular para Cauly, que na cara do gol bateu com categoria, mas fez a bola tirar tinta da trave. Um desperdício do meia.
Depois de alternar a posse na volta para o segundo tempo, o CRB recuou e deixou a bola com o Bahia, que continou aquém do desempenho na temporada, com o meio de campo pouco brilhante. O Tricolo esteve nervoso, abandonou suas características e abusou do jogo direto. A expectativa ainda foi por uma decisão no jogo pelo alto e o grandalhão Oscar Estupiñan entrou no lugar de Everton Ribeiro.
A reta final foi de pressão do Bahia, que fez o jogo acontecer completamente no seu ataque e teve pela frente uma retranca. Aos 39, Cauly cobrou falta, Arias cabeceou para baixo e Matheus Albino fez grande defesa. Aos 42, Cauly bateu direto em falta frontal e por pouco não acertou o ângulo. O jogo teve apenas quatro minutos de acréscimos e a decisão da vaga na final ficou mesmo para os pênaltis.
Pênaltis quase perfeitos
O CRB começou as cobranças com Anselmo Ramon, que deslocou o goleiro e abriu o placar. Everaldo bateu a primeira do Bahia e também converteu.
Gegê, Rômulo e Hereda foram bem e converteram as cobranças seguintes para o CRB. Do outro lado, Óscar Estupiñan, Luciano Juba e Cauly também marcaram para o Bahia.
Mike foi responsável pela quinta cobrança do CRB e manteve 100% de aproveitamento. Jean Lucas teve toda a pressão, mas converteu e manteve o Bahia vivo.
Começaram as batidas alternadas e João Pedro também deslocou Marcos Felipe. A pressão foi de novo para o Bahia e Biel converteu.
Matheus Ribeiro seguiu mantendo o 100% dos cobradores do CRB, e Ademir fez o mesmo com o Bahia. 7 a 7.
Lucas Kallyel também deslocou o goleiro e fez o do CRB. Então Caio Alexandre cedeu a pressão e perdeu a disputa para Matheus Albino. CRB na final.
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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.
O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.
Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.
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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.
Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.
Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe
O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.
As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.
Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.
Centroavante decide novamente
Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.
Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.
A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.
A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.
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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.
Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.
Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende
A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.
Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.
O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.
A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.
Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.
Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra
Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.
Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.
A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.
O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.
A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.
A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.
Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.
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