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Itlia supera susto no incio, vira sobre a Albnia e comea defesa do ttulo com vitria :: ogol.com.br

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A Itália sofreu um enorme susto no primeiro lance, literalmente. Com 23 segundos, a Albânia marcou o gol mais rápido da história da Eurocopa e surpreendeu os atuais campeões. Sem desespero, a Azzurra buscou a virada com agilidade similar e estreou na competição, vencendo por 2 a 1.

Na segunda rodada, os comandados de Spalletti enfrentam a Espanha, na quinta-feira, às 16h (horário de Brasília). Já a Albânia tenta a recuperação contra a Croácia, na quarta, às 10h.

Gol relâmpago não assusta atual campeã

A Albânia fez sua parte diante da Itália. Pelo menos no primeiro minuto de jogo. Pressionou alto, explorou os erros e esbanjou eficiência. Com 23 segundos, Nedim Bajrami aproveitou recuo errado de Dimarco em cobrança de lateral, ficou com a bola dentro da área e fuzilou Donnarumma, abrindo o placar. 

O gol mais rápido da história da Eurocopa não intimidou os atuais campeões da competição. Com a cabeça no lugar e confiante no seu poderio ofensivo, a seleção italiana quase empatou logo na saída de bola, após Pellegrini pegar de primeira, dentro da área, mandando com muito perigo.

Apesar do susto imediato, a Azzurra sustentou a postura ofensiva e amadureceu o gol de empate naturalmente. Aproveitando da postura recuada da Albânia, os comandados de Spalletti não demoraram para deixar tudo igual. Aos dez, Pellegrini escapou pela esquerda, levantou no segundo poste e Bastoni subiu livre para testar nas redes.

Assim como a igualdade, a virada também se tornou questão de tempo. Sem voltar a visitar o ataque, a Albânia bem que tentou segurar o ímpeto adversário, mas não conseguiu ter a mesma eficiência. Apenas cinco minutos depois do empate, Barella ficou com a sobra na frente da área e emendou um belo chute de primeira, mandando no ângulo.

Com susto superado, a Itália tirou o pé do acelerador e ditou o ritmo com cautela no restante da primeira etapa. Sem dar a bola para os albaneses, os atuais campeões criaram poucas chances para aumentar a vantagem, mas mantiveram o domínio completo da partida.

Ritmo de administração

Diferente do ritmo eletrizante dos 15 minutos iniciais do primeiro tempo, a etapa final começou com outra velocidade, ditada pela satisfeita seleção italiana. Sem a necessidade de emplacar uma pressão ofensiva, a Azzurra permaneceu apostando na troca de passes no meio-campo e mantendo a Albânia sob controle.

A seleção comandada por Sylvinho, ex-técnico do Corinthians, também não forçou a marcação e deixou os italianos confortáveis para trocar passes na intermediária de ataque. Com o ritmo moroso, a Azzurra diminuiu o volume ofensivo e arriscou somente nos arremates de fora da área.

Apesar da vantagem da atual campeã, a Albânia seguiu como franca-atiradora e esperou a reta final da partida para correr riscos, tentando novamente surpreender. Sem a mesma qualidade técnica na criação, os albaneses foram valentes e ágeis para criar a partir de transições rápidas.

Na melhor chance, já aos 45 minutos, Manaj invadiu a área pela direita e tocou na saída de Donnarumma. O goleiro italiano conseguiu dar um leve desvio, mas deixou a bola ficou viva na frente da meta. Para a sorte da Azzurra, a bola correu na frente da meta sem ninguém aparecer para completar. Embora o susto, os atuais campeões seguraram a vantagem e estrearam com o pé direito.



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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