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Futebol Geral

República Tcheca é valente, mas Portugal, com mais sorte que juízo, vira no fim :: ogol.com.br

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A República Tcheca foi muito eficiente na defesa e ainda saiu na frente. Portugal sofreu, remou contra a maré, mas, já nos acréscimos, com mais sorte que juízo, conseguiu a virada para estrear na Eurocopa com vitória por 2 a 1, em Lepizig.

A seleção portuguesa ficam na vice-liderança do grupo F da Eurocopa, com os mesmos três pontos da Turquia, que tem melhor saldo. Os turcos serão os próximos adversários lusitanos, dia 22. 

República Tcheca se defende bem

Como Roberto Martínez prometeu, Nuno Mendes atuou como zagueiro na linha de três defensores portugueses, ao lado de Rúben Dias e Pepe. O terceiro se tornou, nesta noite, o mais velho a atuar em uma Eurocopa. A República Tcheca adotou uma marcação em blocos médios, para não dar liberdade a saída 3+2 portuguesa. 

Para tentar vencer um rival muito bem fechado, principalmente pelo corredor central, o time lusitano começou a avançar também com a linha de três defensores. Principalmente Nuno Mendes e Rúben Dias passaram a avançar mais para criar superioridade numérica. Rafael Leão e Dalot, bem abertos, tentavam dar amplitude. 

O primeiro momento de desatenção da seleção tcheca apareceu aos 25 minutos. Cristiano Ronaldo baixou para aparecer como opção perto do meio, o zagueiro foi acompanhar e criou-se um espaço nas costas da marcação para Bruno Fernandes aparecer. O meia recebeu livre e tentou passe na área para Rafael Leão, que por muito pouco não chegou para completar para a rede. 

Aos 31 minutos, Bruno Fernandes conseguiu achar passe para Cristiano Ronaldo nas costas da defesa. CR7 saiu na cara do gol, aparentemente um pouco adiantado. O bandeira deixou seguir, e o artilheiro só parou em grande saída de Stanek. O goleiro pegou também, na sequência, tiro de fora de Vitinha. 

Cristiano Ronaldo ainda voltaria a parar em Stanek no primeiro tempo. O atacante recebeu de Bruno Fernandes na área, girou e bateu com a canhota, para boa defesa do goleiro. Os tchecos conseguiram manter o 0 a 0 ao intervalo, apesar da pressão lusitana. 

Portugal tem que remar

A República Tcheca continuou se defendendo bem no segundo tempo. Portugal, dessa vez, nem conseguia ameaçar. Os primeiros 15 minutos de segundo tempo foram de pouco (ou nenhum) trabalho para o goleiro Stanek. 

Até que, aos 17 minutos, em um raro ataque, Coufal ajeitou para Provod na entrada da área. O meia acertou um belíssimo chute, sem chance para Diogo Gosta. Golaço, e vantagem tcheca. 

Logo após o gol, Roberto Martínez colocou Gonçalo Inácio na vaga de Diogo Dalot. Jota entrou na vaga de Leão. Portugal partiria ainda mais para cima, com mais homens como referências ofensivas. O empate veio, justamente, através de um cruzamento. Só que quem apareceu na área para desviar de cabeça foi Nuno Mendes. O lateral levou sorte: Stabek soltou, a bola resvalou em Hranác e morreu no fundo da rede. 

Portugal manteve a pressão, e voltou a balançar as redes após cruzamento da direita. Cristiano Ronaldo, na primeira cabeçada, acertou a trave. No rebote, Diogo Jota mandou para dentro. Só que o VAR anulou o tento por impedimento de CR7 na primeira finalização. 

A estrela que brilhou para a virada foi a do jovem Francisco Conceição, que havia entrado pouco antes. Após entrar aos 44, o jovem ficou com sobra de bola na área em corte de Hranác aos 46 e, de canhota, garantiu a estreia com vitória para os portugueses. Vitória de um time que teve mais sorte que juízo em Leipzig. 



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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