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Chile se despede de gerao de ouro sem um caminho definido :: ogol.com.br

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A Copa América de 2024 é um marco importante na história da seleção chilena de futebol. A competição é o ponto que marca a despedida da maior geração do país sul-americano, mas, também, o recomeço de uma esquadra em busca de trazer alegria aos chilenos.

Em 2015 e 2016, o Chile conquistou as únicas duas Copas Américas que detém no currículo. Mas, desde lá, o céu se posta nublado aos idólatras de Aléxis Sánchez, já que, depois do bicampeonato, o país parou as edições passadas do torneio nas quartas e semifinais, respectivamente, e sequer jogou as duas últimas Copas do Mundo, em 2018 e 2022.

O fim da geração de ouro

2024 tem sido de duras despedidas para os amantes de futebol. Na Europa, a aposentadoria de Kroos movimentou a Alemanha. Na Argentina, a possível última dança de Messi e Di María transtorna os hermanos amantes de futebol. E, no Chile, o suposto adeus de Aléxis Sánchez e Claudio Bravo à seleção pode ferir o coração dos mapuches.

A geração que ergueu o título das únicas duas Copas Américas que o Chile tem o orgulho de ostentar chega ao fim da história escrita no mundo futebolístico. Jogadores marcantes como Arturo Vidal, Jorge Valdivia, Mauricio Pinilla, Gary Medel e Jean Bausejour já não vestem mais a camisa vermelha.

O fim daquela esquadra imortal está cada vez mais próximo. De todos os 24 convocados para a Copa América nos Estados Unidos, em 2024, apenas Alexis Sánchez, Claudio Bravo, Mauricio Isla e Eduardo Vargas têm as medalhas de 2015 e 2016 estampadas na estante.

A importância do quarteto é indescritível aos corações chilenos. Mas, o ex-jogador do Arsenal e do Manchester United se sobressai. Apontado, em muitas oportunidades, como o maior jogador da história do futebol nacional, Alexis segue pela última dança.

O maior artilheiro de toda a trajetória da seleção chilena até hoje pode dar adeus aos gramados nacionais. Aos 35 anos, Sánchez pode até seguir como jogador do Chile nas próximas convocações, mas a Copa América de 2024 deve ser o último grande evento com a camisa alvirrubra.

Uma reestruturação entre dúvidas

É verdade que o Chile nunca foi uma das grandes escolas de futebol da América do Sul. Não à toa que em praticamente toda a história do futebol, o continente sul-americano é mais lembrado pelos brasileiros, argentinos e uruguaios.

Hoje, os jogadores chilenos não disputam mais as ligas de alto nível do esporte mundial. Diferente dos que atuam no continente de origem, apenas nove vestem as cores de clubes europeus, pelo menos até o presente momento.

E, desses nove elencados, os dois mais marcantes símbolos da geração de ouro não são titulares. Enquanto Claudio Bravo é reserva de Rui Silva no Real Betis, Alexis Sánchez é mais um 12º jogador da Inter de Milão, embora ainda tenha sido importante no elenco de Simone Inzaghi campeão na Itália.

Por outro lado, a maioria dos atletas que estão no velho continente ainda não se fixaram nos clubes. Ben Brereton, por exemplo, não obteve sequência no Villarreal, mas é titular no Sheffield United. 

O elenco chileno convocado para a Copa América que se inicia em breve é, além disso, um elenco considerado velho. A média de idade dos 24 convocados é de 28,81 anos. À título de comparação, Brasil e Uruguai ficam perto de 25 e 26 no índice. A Argentina, por sua vez, chega próxima aos chilenos, mas têm Lionel Messi e Di María também em possível “última dança”.

Retrospecto árduo

Os resultados da seleção chilena de futebol não agrada aos torcedores nativos. Depois do bicampeonato, o elenco, na época, de Juan Pizzi ficou na sexta colocação nas eliminatórias e não conquistou a vaga para a Copa do Mundo de 2018.

Na última Copa das Confederações da história, o futebol não sorriu aos mapuches. Apesar de chegar à inédita final da competição depois de eliminar Portugal, campeão da Eurocopa na época, nas semifinais, a seleção chilena foi superada pela Alemanha e ficou com o vice-campeonato.

E nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026, o Chile segue instável. Os comandados de Nícolas Córdova venceram apenas uma partida, empataram duas e perderam outras três nas cinco oportunidades que disputaram, para assumir a desonrosa oitava colocação da chave única.

A Copa América é, além de uma despedida marcante para os maiores ídolos do futebol chileno, um pingo de esperança no fim do túnel. Além de marcar o fim da geração de ouro, pode ser, também, o recomeço para um futuro mais sorridente, ou mais infeliz.



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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