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Na luta contra o Z4, Cuiab e Atltico Goianiense ficam no zero em jogo animado :: ogol.com.br

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Cuiabá e Atlético Goianiense se enfrentaram neste sábado, 22, na Arena Pantanal, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Não faltaram finalizações dos dois lados em uma partida bastante animada. Mas com boas atuações dos dois goleiros e a falta de pontaria dos jogadores de linha, o 0 a 0 ficou até o fim. 

O empate não foi bom para nenhum dos times, que podem terminar a rodada dentro da zona de rebaixamento. No momento, o Cuiabá é o 14º colocado, com 11 pontos. O Atlético Goianiense aparece em 16º, com 9 pontos. 

Casa do Dragão?

O jogo foi na Arena Pantanal, mas o Atlético Goianiense se impôs no primeiro tempo e teve as melhores chances de gol. Logo aos 6, Shaylon dominou no peito na cara do gol, soltou a pancada e Alan Empereur foi herói do Cuiabá ao impedir que o chute morresse na rede. O Dourado respondeu e acertou o alvo aos 11, na bola parada, quando Marllon dominou após ajeitada de Pitta e bateu para defesa do goleiro Pedro Rangel. 

O Cuiabá voltou a aparecer bem pelo alto aos 17, quando Pitta ganhou da zaga adversária no alto, mas cabeceou já desequilibrado e para fora. Mas o Atlético Goianiense seguiu com a bola por mais tempo, trocando passes e rondando a área por mais tempo. Aos 25, Luiz Fernando quase abriu o placar, em chute de longe, que a bola saiu tirando tinta da trave. 

O Atlético Goianiense poderia ter ganhando um pênalti aos 29, quando Emiliano Rodríguez caiu na área em disputa com Lucas Mineiro e o lance foi analisado pelo VAR. No entanto, o juiz não viu infração. Aos 32, o Dragão ficou novamente muito perto de marcar. No lance, Maguinho cruzou a meia altura da direita, Shaylon já dominou tirando da marcação e na cara do gol bateu forte. Walter fez grande defesa com os pés. 

O goleiro do Cuiabá voltou a aparecer muito bem aos 37, quando fez grande defesa no chute cruzado de Luiz Fernando e ainda se recuperou a ponto de impedir o gol de Baralhas no rebote. O Dragão pressionou na reta final e Walter voltou a trabalhar em cabeçada de Adriano Mina. Nos acréscimos, Lucas Mineiro até teve uma boa chance para o Dourada, mas errou o chute na área. 

Faltou boa pontaria

A imposição do Atlético Goianiense continuou grande na volta para o segundo tempo, com grande pressão após o apito inicial. Logo aos 2, Lucas Kal teve liberdade na intermediária, soltou a pancada e quase acertou o cantinho. Aos 7, após cobrança de escanteio, Baralhas cabeceou na primeira trave e Walter caiu para fazer a defesa. 

A postura do Cuiabá incomodou o técnico Petit, que não demorou a mexer e fez mudanças. O jogo esteve bastante aberto, com as duas equipes encontrando espaços. Para o Atlético, aos 17, Baralhas chutou de muito longe e Walter defendeu de manchete. O rebote na entrada da área foi de Luiz Fernando, que buscou o ângulo, mas o goleiro voou para pegar. Do lado do Dourado, Railan pegou uma sobra na entrada da área, soltou a pancada e tirou tinta da trave. 

Mas depois de minutos animados, o segundo tempo ficou mais morno. O Atlético Goianiense ainda teve mais a bola, mas sem acelerar como antes e acumulando erros de passes. Somente aos 29, voltou a finalizar, com Shaylon, que pegou um rebote na quina da área, bateu com estilo, mas mandou por cima. 

O Cuiabá criou mais no fim Aos 35, após jogada de Pitta, Eliel foi travado pela marcação e Denilson, livre na entrada da área, errou o alvo e a bola subiu demais. Aos 38, Pitta girou bonito na área, soltou uma pancada no alto e Pedro Rangel fez uma grande defesa. Aos 45, o centroavante apareceu bem de novo na área, mas o chute cruzado foi para fora. Aos 47, a chance de ouro e Eliel, na cara do gol, pegou de tornozelo e perdeu. Inacreditável. . Apesar das boas chances, a rede não balançou. 



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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