Futebol Geral
Renato Gaúcho chega ao Gre-Nal com pior sequência comandando o Grêmio no Brasileirão :: ogol.com.br

Renato Portaluppi convive com uma situação incômoda nunca antes alcançada. O técnico chegou a quinta derrota consecutiva no Campeonato Brasileiro e atingiu sua pior sequência negativa comandando o Grêmio no Campeonato Brasileiro. Às vésperas do clássico Gre-Nal, o treinador procura alternativas para encerrar o jejum de vitórias.
A sequência amarga iniciou contra o Bahia, fora de casa, pela quarta rodada. Sem entrar em campo no Brasileirão por um mês, o Tricolor Gaúcho acumulou após o seu retorno derrotas para Red Bull Bragantino, Flamengo, Botafogo e Fortaleza.
Entretanto, pesa a favor do técnico gaúcho o fato da seca de vitórias ocorrer apenas em partidas fora do Rio Grande do Sul. Em meio às derrotas, o Grêmio entrou em campo duas vezes como mandante, mas precisou atuar em Cariacica, com torcida predominante do Botafogo, e em Curitiba, com uma baixa presença de torcedores.
Além disso, a série de resultados negativos afeta o time gaúcho somente nos duelos do Brasileirão. Pela Libertadores e Copa do Brasil, o Grêmio somou duas vitórias e dois empates durante o período, dando sequência a sua recuperação na competição continental, que resultou na classificação para as oitavas.
A sequência, embora inédita para Renato Portaluppi, não é novidade para o time gaúcho e quebrou um tabu de duas décadas, recordando uma lembrança nada agradável para os gremistas. A última vez que o Tricolor tinha somado cinco derrotas consecutivas ou mais havia acontecido em 2004. Na época, o time comandado por Cuca e, logo em seguida, Cláudio Duarte, somou seis resultados negativos na reta final do Brasileiro e acabou rebaixado pela segunda vez para a Série B.
Em 2021, ano da terceira queda do time gaúcho, o Grêmio chegou a flertar com a marca negativa e chegou a quatro derrotas seguidas. A seca de vitórias novamente nas rodadas decisivas do Brasileiro foram cruciais para um novo rebaixamento do clube.
Desta vez, apesar de remeter a um passado amargo do clube gaúcho, a sequência de derrotas surge ainda na primeira parte do campeonato, servindo como um sinal de alerta para Renato e seus comandados. Para evitar igualar a marca de 2004, o Grêmio terá pela frente o Internacional, em mais um duelo como mandante “fora de casa”
Pela segunda vez um Gre-Nal fora do Rio Grande do Sul
Embora tenha se tornado uma rotina para a dupla Gre-Nal atuar longe dos seus domínios por conta do prejuízo causado pelas enchentes, esta será apenas a segunda vez que o clássico entre gaúcho acontece fora do estado.
Em 441 jogos na história do Gre-Nal, somente uma vez a disputa não aconteceu no Rio Grande do Sul. Em 2011, pelo Campeonato Gaúcho, Grêmio e Internacional se enfrentaram no Estádio Atílio Paiva, em Rivera, no Uruguai. No duelo ainda pela fase de grupos da competição, o Imortal venceu por 2 a 1, com gols de Bruno Collaço e Lins. Guto descontou para o Colorado.
Na época, a dupla gaúcha havia um acordo para a disputa do clássico na fase inicial do estadual acontecer fora de Porto Alegre. Além de clássicos disputados em Erechim, no Estádio Colosso da Lagoa, a cidade da fronteira entre Brasil e Uruguai também recebeu o duelo.
13 anos depois, o fato se repete, mas por motivos diferentes. Ainda sem poder realizar jogos na Arena, o Grêmio adotou o Couto Pereira como sua casa durante a reparação no seu estádio. O estádio à 740 quilômetro de Porto Alegre terá novamente arquibancadas lotadas, assim como no duelo contra o Estudiantes pela Libertadores.
Futebol Geral
Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.
O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.
Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.
Futebol Geral
Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.
Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.
Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe
O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.
As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.
Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.
Centroavante decide novamente
Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.
Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.
A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.
A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.
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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.
Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.
Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende
A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.
Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.
O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.
A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.
Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.
Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra
Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.
Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.
A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.
O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.
A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.
A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.
Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.
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