Futebol Geral
Mose Bombito, o canadense alvo do Botafogo que foi da sala de aula para a MLS :: ogol.com.br

Assim como Jacob Montes, Moïse Bombito pode ser mais um caso de jogador que começou no futebol universitário a disputar o Brasileirão. O canadense, de 24 anos, deve assinar com o Eagle Football e defender o Botafogo antes de rumar para a Europa.
Bombito teve o início de carreira profissional tardio, já que optou por usar como ponte para a Major League Soccer o futebol universitário. Só chegou na MLS através do Superdraft, que dá a chance aos times de assinarem com jogadores de destaque no futebol universitário.
Bombito é natural de Montreal, no Canadá. Hiperativo em casa, foi colocado pela mãe em uma escolinha de futebol. Sempre adorou qualquer tipo de esporte. Mas com a bola nos pés, começou a se mostrar diferente das outras crianças.
Ao invés de aceitar o caminho natural para os jovens de sua cidade e atuar na base do CF Montréal, Bombito traçou um plano para ir para os Estados Unidos ainda na escola. Jogando futebol por lá, poderia ser visto pelas universidades.
Se juntou ao Iowa Western Community College junto com Ibrahim Conde, outro menino de Montreal que tinha o sonho de se tornar jogador profissional. Pela escola, foi campeão nacional em 2021, no campeonato de outono, e foi vice-campeão na primavera. Foi eleito o melhor jogador do torneio e, claro, chamou a atenção dos scouts das universidades.
Recebeu uma bolsa na Universidade de New Hampshire. Mas ficou lá apenas seis meses. Foi eleito o MVP e o defensor do ano pelos Wildcats, somando 16 jogos e quatro gols na principal liga universitária dos Estados Unidos.
Bombito foi escolhido no Superdraft da MLS em 2023 pelo Colorado Rapids e deixou a sala de aula para atuar na principal liga norte-americana. Era a chance, enfim, de se tornar profissional. Saiu de uma universidade direto para a MLS, com uma breve passagem pelo time B.
Em seus primeiros meses na MLS, sofreu uma ruptura do Ligamento Colateral Medial (LCM) do joelho. Ficou dois meses de fora, mas, quando se mostrou apto, entrou no time para não sair mais.
Estreou contra o Philadelphia Union em 13 de maio. Recebeu a primeira chance como titular no dia 24, contra o Real Salt Lake, e sofreu um pouco com a péssima temporada coletiva dos Rapids, que terminaram com a segunda pior campanha da liga, atrás apenas do Toronto FC.
Ainda assim, o zagueiro foi chamado para disputar a Copa Ouro em setembro e foi titular do Canadá, eliminado nas quartas de final para os Estados Unidos, nos pênaltis.
Em 2024, Bombito foi titular em 15 dos 16 jogos do Colorado Rapids. Marcou dois gols. A defesa deixou de ser uma peneira, e o Colorado ocupa a quarta posição da conferência.
Renovação canadense na zaga
Esperança de renovação na outrora envelhecida defesa canadense, Bombito começou a Copa América como titular no time de Jesse Marsch. Um ano depois de deixar o futebol universitário, já estava enfrentando Messi em uma grande competição.
O alvo botafoguense é um zagueiro físico, de velocidade para as transições e agressivo na abordagem aos lances. Com negociação encaminhada com o grupo de John Textor, de olho na Europa, pode fazer um “estágio” em General Severiano e se tornar o segundo canadense da história a disputar o Brasileirão.
Em 2001, Anthony Santos, nascido em Mississauga, mas com família brasileira, disputou cinco partidas do Brasileiro pelo Botafogo de Ribeirão Preto. Anthony fez ainda 27 partidas na carreira pela seleção canadense.
Caso se torne o segundo canadense da história do Brasileirão, Bombito chegaria como uma opção interessantíssima para disputar posição com Halter e atuar ao lado de Bastos.
Futebol Geral
Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.
O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.
Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.
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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.
Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.
Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe
O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.
As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.
Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.
Centroavante decide novamente
Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.
Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.
A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.
A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.
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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.
Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.
Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende
A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.
Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.
O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.
A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.
Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.
Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra
Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.
Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.
A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.
O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.
A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.
A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.
Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.
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