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falta de pontaria a kryptonita do Bahia na luta pelo ttulo :: ogol.com.br

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A força física do Superman é, de longe, sua habilidade mais notável. Capaz de mover planetas, a determinação indomável – gerada pela sua força mental – o destaca como herói. O homem de aço é um dos mascotes do Bahia, que assim como nas histórias em quadrinhos, tem encantado os fãs de futebol. Atualmente na vice-liderança do Campeonato Brasileiro, o Tricolor tem o mesmo número de pontos do Flamengo, perdendo apenas no saldo de gols. Diferentemente da potência Rubro-Negra, que sabe aproveitar melhor as chances de marcar, o Esquadrão achou sua kryptonita: as finalizações e consequentemente, a concretização de gols. Nos últimos três jogos, o Bahia finalizou 40 vezes, sendo 17 no gol, mas só balançou as redes em sete. 

“É difícil competir a longo prazo com Palmeiras, Flamengo, Atlético […] . O objetivo a curto prazo é fazer o Bahia estar bem no cenário nacional e ter um calendário internacional todos os anos. Esse é o maior objetivo do clube”, revelou Rogério Ceni, em coletiva de imprensa. 

Apesar da disputa pela liderança do Brasileirão acontecer há sete rodadas, o Bahia só conseguiu um placar elástico, recentemente, quando aplicou quatro gols pra cima do Cruzeiro. Nesta partida, o time de Rogério Ceni manteve 64% da posse de bola, trocou 648 passes, finalizou 14 vezes, sendo seis no gol, consagrando a melhor performance do time na temporada. 

O aspecto físico associado ao toque de bola, jogadas dentro e fora da área, além da velocidade pelos corredores, se juntam as habilidades e puro talento do quarteto fantástico: Cauly, Jean Lucas, Caio Alexandre e Everton Ribeiro. Apesar dos nomes de peso, nem sempre os quatro estão em completa sintonia, o que desfavorece o ritmo e estilo de jogo do Esquadrão. Exemplo disso foi o empate em 2 a 2 com o Criciúma, quando o time baiano finalizou 22 vezes, mas só converteu uma chance em gol.

Quarteto Fantástico: mito ou realidade?

Na ausência do Superman, o Quarteto Fantástico entra em campo. Diferente dos resultados apresentados anteriormente, os quatro homens de Ceni brilharam na última rodada, quando venceram o Vasco por 2 a 1. O placar saiu barato para o time carioca, que contou com a falta de pontaria do Tricolor. Ribeiro organizou bem o ataque, criando as principais jogadas, enquanto Caio Alexandre se destacou na saída de bola e construção do jogo. Jean Lucas, foi o motor do meio de campo, atacando e defendendo com qualidade, até chegar em Cauly, que participou bem do jogo ofensivo, criou boas chances de gols, mas que, outra vez, (de forma inacreditável) não as concretizou. O Bahia perdeu quatro boas oportunidades no primeiro tempo e outras três na segunda etapa. A partida contra o Vasco rendeu 63% de posse de bola, trocando 599 passes e finalizando 17 vezes, sendo oito ao gol. A goleada, no entanto, foi um ponto fora da curva.

As partidas contra o Fortaleza e Atlético Mineiro, por exemplo, tiveram o mesmo enredo dos outros duelos. Com grande volume na troca de passes (829, ao total), o Bahia obteve um placar magro, de 1 a 0 contra o Leão e o empate em 1 a 1 com o Galo, acertando apenas cinco finalizações a gol, entre as 21 totais.

A única derrota nos últimos três jogos foi justamente para seu adversário direto na liderança do torneio: o Flamengo. Empatando até os minutos finais da partida, o Esquadrão levou o segundo gol e a virada da partida, após um lance de bola parada. Jogando no Maracanã, o Bahia – agora competindo no mesmo patamar – levou sufoco para o time carioca. Foram 71% de posse de bola associadas a 719 passes trocados e nove finalizações a gol. Os números, mais uma vez, revelaram o maior defeito da equipe. Sem conseguir aproveitar as chances, o Bahia, que dominou boa parte do jogo, viu o triunfo cair por terra.  

Apesar das características heroicas que rementem ao seu passado – principalmente pela mística de Raudinei – o Esquadrão de Aço atualmente voa alto. O próximo destino é o primeiro lugar. Mas enquanto ele não chega, o Bahia precisa encontrar o embarque para balançar as redes e o antídoto de sua kryptonita. 



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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