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Galvão Bueno abre o jogo sobre relação com Felipão pós 7 a 1

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Galvão Bueno abre o jogo sobre relação com Felipão.

Reprodução/TV Cultura

Galvão Bueno não poupou críticas ao técnico Luiz Felipe Scolari após a eliminação da seleção brasileira para a Alemanha na Copa do Mundo de 2014. No entendimento do narrador, Felipão foi um dos responsáveis pela vexatória goleada por 7 a 1 no Mineirão. Porém, as falas de Galvão após a partida estremeceram a relação entre eles.

Desde o episódio da eliminação na Copa de 2014, Felipão rompeu relações com Galvão Bueno. O treinador, inclusive, não aceitou o convite para o programa ‘Bem, Amigos’, do Sportv, apresentado por Galvão, quando foi campeão brasileiro com o Palmeiras, em 2018. Além disso, também recusou participar do documentário produzido pelo Globoplay sobre a carreira do narrador

Durante entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, Galvão Bueno abriu o jogo sobre sua relação com Felipão após o 7 a 1. O narrador afirmou não ter nada contra o treinador, mas deixou claro que não tinha como agir diferente na época.

“Eu já convidei o Felipão pra tomar um vinho umas 40 vezes, mais ou menos. A gente gostava de tomar um vinho juntos. Nunca fomos amigos de frequentar a casa um do outro, mas um entendia o lado do outro”, relembra o narrador.

“Foi uma tragédia. Dentro dos limites do que é uma tragédia no futebol. Não é uma tragédia como tá acontecendo na Rússia e Ucrânia, não é uma tragédia como acontece entre Israel e Hamas, não é uma tragédia como o que aconteceu no Rio Grande do Sul”, ponderou Galvão.

“O Felipão diz que eu apontei o dedo do país contra ele. Podia ser mais bonzinho? Não, não podia. Era o fato. Era o momento. Era aquilo que estava acontecendo. Não fiz nada contra ele. Se ele não quer mais falar comigo, lamento”, completou.

Críticas de Galvão Bueno a Felipão

Em entrevista ao Esporte Interativo, hoje TNT Sports, o ex-treiandor do Palmeiras, do Atlético-MG e da Amarelinha desabafou sobre as críticas que recebeu do narrador após a goleada histórica. 

“Teve um colega teu, de TV, que passou dez minutos depois do jogo apontando pra mim. Hoje eu não falo para esse senhor, no caso, o Galvão Bueno”, declarou Scolari.

“Enquanto ele achar que é o todo-poderoso, um Deus, e que pode fazer aquilo que fez comigo, me jogando contra a torcida, eu fico aqui. Cada um na sua. Eu não devo nada, cada um faz o seu trabalho e segue sua vida”, afirmou.

O que foi falado após a partida

Depois do apito final, Galvão mesclou críticas e elogios ao então treinador da seleção brasileira. O narrador destacou a atitude de Scolari em reunir os atletas no campo. 

“Sinal de que está chamando a culpa para ele, pelo menos é o que parece. Felipão vai receber jogador por jogador. Casagrande, isso é importante… a gente vem de uma (derrota na) Copa do Mundo para a Holanda e não vimos ninguém para receber os jogadores na lateral de campo”, disse.

“Bacana, o Felipão cumprimenta jogador por jogador. Felipão tem postura e hombridade por receber jogador por jogador, dar um afago. Em quem confiou depois da conquista da Copa das Confederações (em 2013). Ele deve estar dizendo ‘a culpa é minha’, ‘responsabilidade minha’, é o que deu para entender. Felipão errou, ele sabe que errou, mas atitude dele é de um líder”, acrescentou.

Já durante participação no Jornal Nacional, Galvão Bueno fez mais críticas ao trabalho da Seleção Brasileira e cobrou uma transformação. O narrador, contudo, em nenhum momento citou diretamente o treinador.

“A terrível derrota na semifinal para a Alemanha foi uma humilhação. Os 3 a 0 de hoje [para a Holanda] foram uma constatação. Em nenhum momento a Seleção Brasileira teve time para chegar à grande final de amanhã. A seleção brasileira precisa, urgentemente, de uma transformação. Seja ela tática, ou na forma de trabalhar”, disse à época.

“O apagão dos seis minutos não pode justificar a campanha brasileira. Não foi a causa de uma derrota. Foi a consequência de um trabalho que não deu certo”, finalizou 



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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