Futebol Geral
Guardiola assumiu o City h oito anos… Motivao ou ltima dana da soberania? :: ogol.com.br
Não é exagero dizer que Pep Guardiola transforma os clubes por onde passa. Certamente, a passagem por Barcelona e Bayern de Munique, gigantes da bola, não se compara ao impacto do espanhol na história do Manchester City.
Já são oito temporadas à frente dos Cityzens, com a nona temporada por vir em 2024/25. Em último ano de contrato, Pep admitiu que a despedida pode estar próxima e citou a falta de motivação como um grande motivo para isso.
“A realidade é que estou mais perto de sair do que ficar. São oito anos, serão nove. No momento, a sensação é só que quero ficar na próxima temporada. No momento, não sei exatamente qual é a motivação para seguir, porque é difícil encontrá-la quando tudo está feito. Mas conhecendo os jogadores do Manchester City, eu sei que, quando estivermos lá, diremos: por que não vencer hoje?”, declarou Guardiola após conquistar mais uma vez a Premier League.
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Pep Guardiola Manchester City Total |
472 Jogos
343 Vitrias
66 Empates
63 Derrotas
1164 Gols
390 Gols sofridos
Perto de uma década no lado azul de Manchester, o cartel de Guardiola é impressionante. São 17 títulos conquistados em oito temporadas, com seis títulos de Campeonato Inglês, quatro Copas da Liga, duas Copas da Inglaterra e duas Supercopas da Inglaterra a nível doméstico.
O grande sonho foi obtido em 2022/23, com o título da Liga dos Campeões, e os Cityzens ainda aumentaram a sala de troféus com o Mundial de Clubes e a Supercopa da Europa. Guardiola, porém, é muito mais do que os títulos.
Quando chegou ao Bayern de Munique, na temporada 2013/14, o clube recém tinha dominado o futebol europeu, com Jupp Heynckes. De acordo com o lateral Rafinha, à época no clube e atualmente no São Paulo, a chegada do espanhol foi com o “pé na porta”.
“O Guardiola falou que a gente não sabia jogar futebol, e a gente vindo da conquista da tríplice coroa (risos). Tínhamos ganhado a Bundesliga, a Copa da Alemanha e a Champions League. O nível que nossa equipe atingiu foi impressionante, ficamos não sei quantos jogos sem perder. É uma coisa absurda, o resultado é impressionante. A forma como ele transforma as equipes que ele trabalha… É um cara que não deixa a peteca cair, sempre em cima, cobrando, tirando o melhor dos atletas que estão sob o comando dele. É muita coisa”, relembrou Rafinha em entrevista à TNT Sports Brasil.
A invencibilidade que Rafinha não se recorda do número exato foi de 24 partidas. Naquela temporada de estreia, o Bayern de Munique ficou de cinco de agosto a sete de dezembro sem conhecer qualquer derrota. Curiosamente, o revés viria justamente contra o City, comandado por Manuel Pellegrini, pela fase de grupos da Liga dos Campeões.
O eterno rival
@Getty / Martin Rickett – PA Images
Desde sua passagem na Alemanha, Pep Guardiola se acostumou a encontrar um oponente à altura. A rivalidade com Jurgen Klopp teve início entre Bayern de Munique x Borussia Dortmund, e prosseguiu na Inglaterra, quando Klopp assumiu o comando do Liverpool, em 2015.
O alemão é o único treinador do planeta, dos que encararam Pep em mais de cinco jogos, que possui retrospecto positivo. Em 30 jogos, são 11 vitórias para as equipes de Klopp, 10 para as de Guardiola e nove empates. Em uma entrevista emotiva, Guardiola falou da importância de Klopp na carreira.
“Vou sentir muito a falta dele. O Jurgen [Klopp] tem sido uma parte muito importante da minha vida. Me levou a outro nível como treinador. Temos um incrível respeito um pelo outro. Tenho o feeling de que ele voltará. Quero lhe agradecer muito pelas palavras, mas ele sabe perfeitamente que, nos bastidores, esse clube me dá muito, muito suporte. De outra forma, sozinho não conseguiria fazer isto. Sou humilde o suficiente para compreender isso”, declarou o espanhol no último mês de maio.
Prestes a completar nove anos de City, com 17 troféus e sem o grande rival para mirar… O City e Guardiola buscam a motivação para a temporada 2023/24. Resta saber se para manter o domínio, ou para uma última dança nos campos ingleses e pela Europa.
Futebol Geral
Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.
O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.
Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.
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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.
Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.
Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe
O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.
As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.
Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.
Centroavante decide novamente
Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.
Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.
A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.
A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.
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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.
Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.
Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende
A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.
Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.
O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.
A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.
Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.
Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra
Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.
Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.
A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.
O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.
A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.
A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.
Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.
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