Futebol Geral
Criciúma se segura e conta com Bolasie para vencer Cruzeiro em casa :: ogol.com.br

Após uma década, Cruzeiro e Criciúma voltaram a se enfrentar na elite do futebol brasileiro, pela 14ª rodada. Jogando fora de casa, o Cabuloso tinha como obstáculo superar a barreira do time de Santa Catarina, que já barrou outros clubes de camisa no campeonato. Diretamente do Estádio Heriberto Hülse, o Tigre levou a melhor e venceu a Raposa por 1 a 0. O único gol foi marcado por Bolasie.
O resultado segue dando uma injeção de ânimo no time de Santa Catarina. O Cruzeiro, por outro lado, provou mais uma vez, ser um bom visitante, daqueles que não gera incômodo. Com dois jogos a menos, o Criciúma subiu apenas uma posição e está em 12º, com 16 pontos. A Raposa, por outro lado, tem um ranking melhor, aparecendo na 8ª posição com 20.
Tudo igual!
O Cruzeiro começou melhor na partida, criando mais chances de finalização, embora algumas delas tenham passado longe do gol. A maioria das construções foi realizada pelo atacante Arthur Gomes. O primeiro lance no campo adversário, inclusive, foi dele. Ainda no primeiro minuto, o camisa 11 escapou com velocidade pelo lado esquerdo e finalizou com três dedos, para fora. A Raposa chegou aos seis, novamente, com ele. Dentro da área, o jogador foi bloqueado pelo goleiro Gustavo.
A primeira boa chegada do Criciúma veio aos dez minutos de jogo, após uma jogada individual de Bolasie, finalizando com força no gol, para a defesa de Anderson. Mas apesar do perigo, o Cabuloso seguiu melhor. Matheus Pereira, aos 16, cobrou uma falta na área, a bola rebateu na marcação e sobrou para Zé Ivaldo. O zagueiro finalizou do jeito que deu e Gustavo ficou com a bola.
A partir daí, o time de Minas Gerais manteve mais posse de bola, mas – com um pico de energia abaixo do normal – não conseguiu converter em jogadas de perigo e, consequentemente, o time terminou a primeira etapa sem balançar as redes. O Criciúma também não marcou, correspondendo às expectativas criadas na partida.
Tigre vai pro jogo
E, se no primeiro tempo do Criciúma não criou grandes jogadas, o Tigre colocou as garras para fora com apenas 26 segundos de bola rolando na segunda parte. Depois de Claudinho cruzar rasteiro, Bolasie apareceu na segunda trave para tocar para dentro do gol e abrir o placar. Sofrer um golpe tão cedo ofuscou toda estrela do Cruzeiro, que brilhava no início da partida.
Aos sete minutos, os mandantes voltaram a atacar. Uma blitz se instaurou na área do Cabuloso. Bolasie arriscou de fora da área, Anderson fez a defesa, mas deixou a bola viva na área. Matheusinho cruzou para Fellipe Mateus, antes da defesa do Cruzeiro tirar para escanteio. Com 21 minutos, o Cruzeiro tentou atacar, quando Barreal finalizou cruzado no alto e Gustavo foi obrigado a se esticar para fazer uma boa defesa. Dez minutos depois, Vitinho ficou sozinho com o goleiro e o meia acertou o travessão.
Uma boa chance para o Criciúma aconteceu logo depois, aos 32, quando Allano ficou cara a cara com Anderson e o goleiro foi superior. No finalzinho da partida, aos 46, o mesmo jogador foi expulso após chutar a bola após uma marcação de falta, deixando o jogo aberto para um empate da Raposa, que não soube aproveitar a oportunidade e perdeu – mais uma vez – fora de casa.
Futebol Geral
Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.
O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.
Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.
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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.
Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.
Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe
O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.
As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.
Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.
Centroavante decide novamente
Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.
Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.
A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.
A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.
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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.
Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.
Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende
A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.
Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.
O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.
A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.
Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.
Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra
Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.
Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.
A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.
O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.
A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.
A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.
Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.
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