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Futebol Geral

Espanha cruel no fim da prorrogao, encerra o sonho alemo e chega na semi da Euro :: ogol.com.br

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Em um grande duelo com grandes craques, o detalhe fez a diferença. No embate entre os melhores ataques contra as melhores defesas, a partida mudou de rumo duas vezes nas retas finais de cada tempo. Depois da Espanha flertar com a classificação no tempo normal, Wirtz levou a partida para a prorrogação. No tempo-extra, a Fúria devolveu no mesmo tom de crueldade e despachou os anfitriões nos minutos finais, garantindo a classificação para a semifinal.

Soberano nos últimos confrontos diretos com a Alemanha, a Espanha agora aguarda o vencedor de França e Portugal para conhecer seu próximo adversário. Os comandados de De La Fuente voltam aos gramados na próxima terça-feira (9) para disputar uma vaga na decisão.

Melhor defesa contra o melhor ataque

Como as prévias já adiantavam, o duelo entre Espanha e Alemanha apresentou um grande equilíbrio na defesa, no ataque e na briga pelo meio-campo. Com gosto maior pela posse de bola, os espanhóis tomaram a iniciativa nos primeiros minutos e tentaram ditar o ritmo. 

No entanto, De La Fuente sofreu uma baixa logo no começo e perdeu Pedri, por lesão no joelho. O técnico espanhol escolheu Dani Olmo para entrar e deixou a Fúria mais vertical. O resultado acabou sendo visto em poucos instantes. Na primeira tentativa, Olmo sofreu falta na entrada da área e Yamal levou perigo na cobrança. Em seguida, Fabián Ruiz também arriscou de perto da área e assustou Neuer.

A seleção espanhola comandou os primeiros minutos e aproveitou a marcação recuada da Alemanha para ter conforto na troca de passes. Os anfitriões demoraram para subir a régua na marcação e equilibrar as ações na faixa central de campo. O primeiro arremate com perigo dos comandados de Nagelsmann veio somente aos 20 minutos, quando Kimmich levantou na área e Havertz testou para defesa segura de Unai Simón.

O lance deu confiança para a Alemanha, que ainda seguiu com dificuldades para ser mais objetiva. A alternativa encontrada se tornou a bola longa e quase deixou os donos da casa em vantagem antes do intervalo. Após lançamento de Rudiger, Havertz chegou antes na bola, limpou a marcação e exigiu mais uma defesa firme do goleiro espanhol.

Bola aérea muda o destino 

Assim como no primeiro tempo, a Espanha começou ligada na etapa final, tomou a iniciativa e aproveitou o ritmo lento dos alemães para voltar ser perigosa no ataque. No minuto inicial, a dupla Yamal e Morata trabalhou pela primeira vez e quase inaugurou o marcador. A joia achou o centroavante dentro da pequena área, que girou sobre a marcação e mandou raspando o travessão.

A Espanha, que já se mostrava mais objetiva, aumentou as investidas pela direita com Yamal e não demorou para achar o primeiro gol. Aos seis minutos, o adolescente do Barcelona disparou pela ponta e tocou com capricho para Dani Olmo entrar livre na entrada da área, mandando no canto de Neuer.

A resposta da Alemanha foi quase imediata. Nagelsmann mandou Füllkrug para o jogo e apostou na estrela e no faro do seu centroavante. Com a habitual fome por gol, o atacante se tornou um enorme desconforto para a defesa espanhola. 

Os donos da casa não fizeram cerimônia e aumentaram o volume de cruzamentos na área procurando sua referência ofensiva. Füllkrug tentou duas vezes pelo alto e não acertou o alvo, a grande chance veio por baixo. Após cruzamento de Wirtz, o camisa 9, mesmo puxado por Nacho, mandou no poste espanhol.

A Fúria procurou amenizar a pressão alemã e ameaçou nos contragolpes puxados por Nico Williams e Ferrán Torres, mas não conseguiu gerar perigo. A blitz da Alemanha aumentou nos minutos finais e transformou a reta decisiva em um ataque contra defesa.

Embora o crescimento dos donos da casa com a participação fundamental de Füllkrug, a Alemanha arrancou o empate com outros protagonistas. Aos 44, Kimmich entrou no segundo poste, desviou cruzamento da esquerda, e Florian Wirtz completou para as redes, dando uma sobrevida aos anfitriões da Euro e levando a decisão para mais 30 minutos.

Emoção até o fim

De La Fuente e Nagelsmann, mudaram suas equipes para a prorrogação e novamente mexeram nas configurações da partida. A Alemanha restaurou seu sistema defensivo e diminuiu a pressão, enquanto a Espanha colocou fôlego novo no ataque e buscou ser novamente vertical.

Com maior conservadorismo dos dois lados, as duas seleções evitaram a exposição e exploraram em maior parte, apenas quando achavam espaços na defesa adversária. Pouco participativo no segundo tempo, Musiala apareceu cedo no tempo-extra e mandou a primeira com perigo na meta de Simón. A resposta espanhola veio na mesma moeda e, com Oyarzabal, também assustou Neuer.

Os dois times sentiram o cansaço, mas a Alemanha acusou primeiro. Com a bola nos pés, os espanhóis trocaram passes e fizeram os adversários correrem atrás da bola. Através das transições rápidas, a Alemanha quase surpreendeu novamente, mas Fullkrug parou em grande defesa do arqueiro adversário.

A partida ganhou contornos dramáticos nos minutos finais. Os veteranos já não tinham pernas, as joias e os substitutos tomavam conta da partida e o duelo estava aberto até o último instante. Ambiciosa, a Espanha foi ao ataque e arrancou a classificação pelo alto, a principal arma dos adversários. Em mais uma participação decisiva de Dani Olmo, o camisa 10 cruzou na medida e Mikel Merino colocou a Espanha nas semifinais. Fim da linha para a Alemanha, para Neuer com a camisa da seleção e para Kroos no futebol.



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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