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Brasil quer superar favoritismo uruguaio e busca vaga na semi da Copa Amrica :: ogol.com.br

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Um confronto histórico. Um duelo de 108 anos. Um embate que já proporcionou o Maracanazo, na final da Copa do Mundo de 1950, e já decidiu três vezes a Copa América, em 1983, 1995 e 1999. E, agora, uma partida que define o último semifinalista da edição de 2024. É, Brasil e Uruguai não é para amadores.

Em cenários de reconstrução, a Canarinho e a Celeste se enfrentam pela vaga na semifinal da 48ª edição da Copa América. O favoritismo fica aos uruguaios, enquanto a esperança resta aos brasileiros. É guerra para ver quem segue rumo ao título da competição sul-americana. É a marca de um novo começo.

A reformulação de ‘El Loco Bielsa’

Depois da aposentadoria de Cavani da seleção e do iminente adeus de Suárez, o protagonismo e a liderança precisam ser passados adiante na Celeste. Com um elenco repleto de novos nomes e com um velho conhecido do mundo futebolístico de treinador, o Uruguai tem uma grande missão: conquistar o 16º troféu da Copa América.

No dia 12 de maio de 2023, Marcelo ‘El Loco’ Bielsa foi escolhido como novo treinador do Uruguai para substituir Diego Alonso. E, desde lá, são 14 jogos, entre Copa América, Amistosos e Eliminatórias para a Copa do Mundo, com dez vitórias, dois empates e duas derrotas.

O que faltou em anos para a Celeste já não é mais problema. Bielsa deu intensidade, velocidade e dinâmica para a seleção. A ferrenha defesa, já tradicional da equipe, se transformou em um ataque potente, que apesar de já ser goleador há tempos, passou a ser imprevisível aos adversários.

Na Copa América, o Uruguai nada de braçadas. Em três jogos, são três vitórias, contra Estados Unidos, Bolívia e Panamá. Aos uruguaios, o favoritismo celeste é claro e, a certos estrangeiros, com brasileiros inclusos nessa conta, a seleção bicampeã mundial também ostenta a posição de candidata mor ao título.

Afrente de Federico Valverde, Darwin Nuñez, Ronald Araújo e companhia, Bielsa caminha com a missão de seguir, ou ampliar, o legado histórico da Celeste. É hora de fazer o possível e o impossível para, em primeiro instante, trazer a 16ª taça e, como consequência, assegurar a Forlán, Godín e Lugano que o futuro é sorridente.

Canarinho sob certa desconfiança

Em momento de turbulência, o Brasil não traz a torcida consigo. Não são mais os mesmos tempos antigos. A felicidade já não é mais uma verdade absoluta. A desconfiança paira sobre a Canarinho, que, apesar de tudo, segue em busca de trazer a décima taça da Copa América para casa.

Depois do legado constante construído por Tite, Fernando Diniz assumiu em um cenário pós Copa do Mundo. Mas, após desempenho questionável, Dorival Júnior, campeão da Copa do Brasil com o São Paulo, foi escolhido para guiar o Brasil na nova empreitada, em busca de dias mais alegres aos brasileiros.

Depois de resultados positivos, ou mistos, nos amistosos frente à Espanha, Inglaterra, México e Estados Unidos, o país verde e amarelo não começou a Copa América no 220. Em três jogos, o Brasil teve uma vitória convincente e dois empates amargos, que poderiam ser, com ligeira tranquilidade, transformados em dois triunfos.

Assim como o Uruguai, a Canarinho passa por reformulação no elenco. Ídolos tais Marcelo, Thiago Silva, Casemiro e Neymar deram espaço à jogadores como Guilherme Arana, Militão, Bruno Guimarães e Savinho. É comum os torcedores esperarem reposição à altura, mas é de praxe, também, que isso leve certo tempo.

Os destaques do Brasil, hoje em dia, passam muito por Vinícius Júnior e Rodrygo. A dupla do Real Madrid é a principal representação do futebol brasileiro no cenário mundial. E, apesar de grande destaque no clube madrilenho, a performance não é repetida com o mesmo brilho na seleção. O primeiro citado, concorrente à Bola de Ouro de 2024, está fora da decisão frente à Celeste, por suspensão em decorrência do acúmulo de cartões amarelos.

São novos nomes, já conhecidos pelos brasileiros, mas, que aos próprios nativos, são tratados com desconfiança e incerteza, já que o parâmetro antigo era outro, de grandeza imensurável. Os lemas de “ousadia e alegria” seguem os mesmos, mas o povo brasileiro vive de lembranças e não consegue deixar as memórias afetivas de lado. Os clamores por Romário, Ronaldo e Ronaldinho, por exemplo, ainda são ouvidos.

São tempos de reconstrução. Para ambos. Sob certa desconfiança, e desfavoritismo, o Brasil tem o maior desafio depois da Copa de 2022. Vencer o Uruguai pode significar dias melhores, assim como uma derrota pode trazer dias sombrios.

Resta aguardar o jogo para entender qual o cenário que a Canarinho terá na sequência.



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Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

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Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.

O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.

Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.



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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

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A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.

Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.

Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe

O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.

As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.

Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.

Centroavante decide novamente

Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.

Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.

A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.

A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.



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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

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Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.

Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.

Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende

A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.

Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.

O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.

A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.

Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.

Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra 

Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.

Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.

A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.

O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.

A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.

A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.

Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.



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