Futebol Geral
Botafogo, Cruzeiro e Palmeiras mudam de patamar no mercado e acirram luta pela ponta :: ogol.com.br

Com um jogo a menos que o Flamengo, o Cruzeiro está sete pontos atrás do líder do Brasileirão. Mas a Raposa aproveitou a janela de transferências no meio do ano para “mudar de patamar” e se colocar como candidata ao título do Brasileirão. Assim como Botafogo e Palmeiras, que também aproveitaram o mercado para dar aos portugueses Artur Jorge e Abel Ferreira peças capazes de colocarem os elencos em novo nível.
O Botafogo fez, provavelmente, a contratação mais impactante do ano: Thiago Almada custou R$137,4 milhões e se tornou a contratação mais cara da história do futebol brasileiro. Vem com prazo de validade: em janeiro irá para o Lyon, da França. Mas competirá o restante da temporada em General Severiano.
Campeão do mundo com a Argentina e uma das estrelas da MLS, Almada somou 30 participações em gols na última temporada (13 gols e 17 assistências). Aos 23 anos, chega para ser a principal referência criativa do Glorioso, um jogador capaz de decidir jogos.
Outra grande contratação para o meio-campo foi Allan, que vem dos Emirados Árabes Unidos. Um volante de boa saída de bola sempre foi uma das principais carências do elenco botafoguense. Allan, com a experiência de mais de 300 jogos entre Serie A e Premier League, quatro participações na Liga dos Campeões e dez jogos pela seleção brasileira, chega, aos 33 anos, para ser importante no time.
Outro que chega também do futebol árabe, e para suprir uma grande carência no elenco, é Igor Jesus. O atacante vem, em um primeiro momento, para ser reserva de Tiquinho Soares, figura que o elenco não tinha desde a saída de Diego Costa. Igor Jesus marcou 17 gols em 25 jogos na última temporada e chegou a superar as 30 participações em gols pelo Al Ahli na temporada 2020/21.
Além deles, o zagueiro da seleção canadense Moïse Bombito pode seguir o exemplo de Thiago Almada e se mudar da MLS para a Ligue 1, com uma ponte aérea no Rio de Janeiro até o fim do ano. Defensor do Colorado Rapids, Bombito é titular do Canadá, que conseguiu alcançar as quartas de final da Copa América.
Um novo Cruzeiro
Se o Botafogo gastou praticamente toda a verba de transferências em um jogador, e aproveitou “oportunidades” de mercado para qualificar o elenco em outras posições, o Cruzeiro investiu pesado em várias peças. A Raposa se tornou a equipe que mais investiu em reforços em 2024.
Só na atual janela, o clube repatriou Matheus Henrique, Kaio Jorge e Walace do futebol italiano e gastou, nos três, cerca de R$ 97 milhões. Chegaram ainda do mercado sul-americano Lautaro Díaz e Fabrizio Peralta, por cerca de R$ 32 milhões. Jonathan Jesus foi comprado junto ao Ceará por R$ 8 milhões.
Além de manter Matheus Pereira, o craque do time, em negociação que gira em torno de R$ 30 milhões, e João Marcelo (cerca de R$ 8 milhões), a Raposa reforçou pontualmente o elenco com jogadores que chegam para ser titulares. Matheus Henrique e Walace vem para formar dupla no meio, e Kaio Jorge para ser a referência ofensiva, com a opção de Lautaro. Fabrizio Peralta e Jonathan Jesus qualificam o elenco e são apostas, também, para o futuro.
Se vive trajetória ainda irregular no Brasileirão, embora em sétimo lugar, o Cruzeiro deve entrar de vez na luta pelo título com um elenco bem mais forte.
Palmeiras com reforços pontuais
Se por um lado perdeu Endrick e Luiz Guilherme, o Palmeiras reforçou o elenco com nomes mais “cascudos” para o ataque. Dois reforços que fazem, também, o time mudar de patamar.
Maurício era um dos meias mais desejados do futebol brasileiro. Custou R$ 40 milhões e vem, teoricamente, para ocupar a faixa direita do campo. É uma opção de referência criativa para Raphael Veiga e, também, pode atuar pelas beiradas. Na última temporada, foram 11 gols e 11 assistências pelo Internacional.
Felipe Anderson, por sua vez, é outro jogador que chega para reforçar o meio, com a variação de poder jogar aberto pela canhota e, também, como segundo atacante ou falso 9. O meia viveu o auge da carreira na Europa pela Lazio, e na última temporada somou sete assistências e cinco gols na capital italiana em 51 jogos. Campeão olímpico no Rio, Felipe Anderson já atuou pela seleção principal e chega livre no mercado após o fim de contrato na Itália. O jogador chegou a ser alvo da Juventus.
Agustín Giay chega como opção polivalente para o elenco. Deve atuar na lateral direita, mas pode jogar, também, como volante, como Gabriel Menino. É um jovem de 20 anos com passagens pelas seleções de base da Argentina que chamou a atenção de Abel pelo San Lorenzo quando enfrentou o Alviverde.
Resta saber se o Verdão irá buscar um camisa 9 no mercado, com a saída de Endrick, ou se apostará, de fato, em Flaco López e Rony para a sequência da temporada. O nome de Gabigol aparece forte para reforçar o clube. De qualquer forma, se já tinha um dos melhores elencos do Brasil, agora promete mostrar ainda mais força. Como Botafogo e Cruzeiro, deve ser uma pedra no sapato do líder Flamengo. A disputa pelo Brasileirão promete ser quente…
Futebol Geral
Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.
O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.
Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.
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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.
Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.
Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe
O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.
As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.
Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.
Centroavante decide novamente
Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.
Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.
A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.
A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.
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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.
Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.
Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende
A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.
Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.
O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.
A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.
Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.
Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra
Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.
Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.
A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.
O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.
A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.
A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.
Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.
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