Futebol Geral
conhea Maximiliano Arajo :: ogol.com.br

Aos 24 anos, Maximiliano Araújo passa longe de ser um jogador de grife. Para os uruguaios, é tido como uma das esperanças da nova geração do futebol celeste. Aos demais, talvez o ala nascido no século XXI seja um desconhecido. Mas, dentro de campo, a história é outra: o jogador do Toluca é um dos destaques do Uruguai na Copa América de 2024.
Não é novidade que os torneios de seleções servem como trampolim para atletas na carreira futebolística. Após boas atuações na Copa do Mundo de 2014, James Rodríguez e Keylor Navas foram contratados pelo Real Madrid. Depois da Copa América de 2019, Everton, ou Cebolinha, cavou sua vaga no Benfica. E, tanto na Eurocopa como na Copa América do ano vigente, mais atletas devem seguir esse caminho. Quem sabe Maxi não seja mais um…
Pouca carreira para o jovem da Geração Z
Nascido no dia 15 de fevereiro de 2000, Maxi Araújo está, aos 24 anos, na sua sétima temporada como jogador profissional. O começo foi no Uruguai, mas hoje em dia, o ala desbrava o futebol do México em busca dos holofotes, que nunca se voltaram tanto para ele quanto nesta Copa América.
Com 18 anos recém-completos na época, Araújo estreou pelo Montevideo Wanderers. E por lá ficou duas temporadas como uma das maiores promessas recentes do clube. Em 31 jogos, nos anos de 2018 e 2019, o uruguaio marcou apenas um gol. Mas a importância dele no time não pode ser medida apenas por isso: de 18 jogos na segunda temporada, atuou os 90 minutos em 13 e começou no banco em apenas dois. Já era um jogador importante.
Depois de conseguir se firmar no time, Maxi rumou ao México e passou a defender o Puebla, por cerca de dois milhões de euros. E, após uma temporada de aprendizado, com apenas uma partida, passou a ser um dos principais atletas dos Franjizuales na segunda. Tanto que, antes de completar três anos como jogador do clube, mudou de cidade, dentro do México.
Na época, ainda atuava como lateral esquerdo e, em 83 jogos pelo Puebla, Maxi anotou oito gols e deu sete assistências. Vale ressaltar que, durante o tempo que defendeu as cores dos Camoteros, Araújo experimentou uma mudança de função e, cada vez mais, se aproximava do gol adversário.
No Toluca, mudou quase tudo
Depois do destaque no Puebla, o jogador uruguaio foi contratado, por quase o triplo do valor da última transferência, pelo Toluca. E lá, Maxi já não era mais lateral esquerdo: em posição mais ofensiva, o atleta ora era ala, ora era ponta, mas sempre pelo lado esquerdo.
O jogador chegou ao Toluca ao fim da Apertura de 2022/23. E logo se apossou da titularidade: não sentou no banco de reservas em uma oportunidade sequer e, das 23 partidas que o clube disputou de forma oficial, o uruguaio esteve presente em todas.
Na temporada passada, o clube mexicano disputou 36 partidas oficiais, entre Apertura, Clausura e Leagues Cup, e Maxi não jogou em apenas três. Mas, em contrapartida, entrou do banco em nove oportunidades e, na reta final da Clausura de 23/24, perdeu a posição de titular absoluto.
Em toda a passagem pelos Diabos Rojos, até o presente momento, os números são consideráveis. Nas 58 partidas que vestiu o alvirrubro do clube mexicano, o uruguaio balançou as redes em nove oportunidades e contribuiu com outras nove assistências.
Além dos números já citados, a importância do uruguaio aos Choriceros é exemplificado nos pequenos prêmios. Esteve presente na seleção da semana da Clausura de 2022/23 em três oportunidades e, ao fim da temporada, foi coroado como melhor ponta esquerda do torneio.
Uma esperança na renovação uruguaia
Aos 24 anos, Maxi Araújo é uma das principais apostas dos uruguaios para a renovação da seleção celeste. Depois da aposentadoria de Cavani da seleção e do iminente adeus de Suárez, chegou a hora de outros jogadores assumirem a posição de liderança deixada pelos ídolos do passado.
Na Copa América, isso vem sendo posto em prática. É dos pés de Federico Valverde, Darwin Nuñez e de outros jogadores, como Maxi, que a felicidade uruguaia se torna uma realidade. Com nove pontos em três jogos, a seleção se classificou em primeiro do Grupo C, segue 100% na disputa e, agora, enfrenta o Brasil no mata-mata.
Ao lado do jogador do Real Madrid, Maxi Araújo é o principal atleta uruguaio na competição. Isso porque, atuando pelo lado esquerdo do campo como um ponta, o ala de 24 anos é um dos articuladores e criadores do sistema escolhido por Marcelo Bielsa na Celeste.
Com dois gols e uma assistência nos três jogos, os quais atuou uma média de 69 minutos por partida, Maxi não se restringe apenas ao ataque na equipe nacional. Pela experiência no setor defensivo, no início da carreira, o jogador de 24 anos atua com veemência nas três faixas do campo. É um jogador incansável, presente na defesa, meio-campo e ataque, mas sempre pelo lado esquerdo.
A edição de 2024 da Copa América marca um ponto na linha temporal da seleção celeste. É a exata marca de uma renovação no elenco. Ainda não dá para dizer que é bem sucedida, mas, até a publicação deste artigo, trilha os passos de forma esperançosa.
Futebol Geral
Vila Nova busca reforo no futebol uruguaio :: ogol.com.br

Na briga pelo acesso para a Série A, o Vila Nova garantiu a chegada de mais um reforço para a sequência da temporada. O uruguaio Alex Silva desembarcou neste sábado no OBA e foi apresentado como nova contratação do time goiano.
O lateral-direito de 31 anos estava atuando no Progreso, clube da primeira divisão uruguaia. Pelo clube, Alex Silva disputou 14 partidas nesta temporada, com seis gols marcados e três assistências.
Esta será a segunda experiência do defensor fora do seu país de origem. Antes de chegar ao Vila Nova, Alex passou por uma temporada no San Martin San Juan, da Argentina. No futebol uruguaio, o lateral soma passagens por Montevideo Wanderers, Peñarol, Racing e Deportivo Maldonado.
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Chape eficiente no ataque e acaba com a invencibilidade do Gois na Serrinha :: ogol.com.br

A Chapecoense segurou o Goiás na defesa e mostrou eficiência nos contragolpes para vencer por 2 a 1. O time catarinense interrompeu a sequência de três derrotas consecutivas na Série B e decretou a primeira derrota do Esmeraldino em casa na temporada.
Com a vitória, a Chape ganhou um respiro na briga contra o rebaixamento e subiu quatro posições, chegando em 12°, com 17 pontos. Já o Goiás perdeu a chance de voltar ao G4, e estacionou em quinto, com 21.
Chape fecha a marcação e surpreende no contragolpe
O Goiás tomou a iniciativa na partida contra a Chapecoense e buscou alternativas desde o início para furar a marcação fechada. Aproveitando o bom retrospecto em casa, o Esmeraldino mostrou intensidade e explorou as jogadas pelas pontas, tentando abrir a defesa adversária.
As melhores tentativas do lado goiano vieram pelo lado direito, com Welliton. O meia buscou boas tramas pela beirada do campo e tentou servir Thiago Galhardo na referência ofensiva. Apesar do volume de jogo e do domínio completo da posse de bola, o Goiás não conseguiu traduzir em lances claros para marcar e acabou sofrendo as consequências.
Armada para contra-atacar, a Chapecoense encaixou sua saída letal já na reta final do primeiro tempo. Aos 40, Marcinho arrancou pela canhota e cruzou na medida para Mário Sérgio desviar de cabeça, colocando o time catarinense em vantagem antes do intervalo.
Centroavante decide novamente
Diferente dos 45 minutos iniciais, a etapa complementar começou com jogadas mais objetivas e chances de gols nos primeiros minutos. Em busca do empate, o Goiás não perdeu tempo e desde cedo pressionou a Chapecoense.
Aos quatro minutos, Welliton achou mais um passe para Thiago Galhardo e deixou o atacante na cara do gol. Com frieza, o camisa 33 do Esmeraldino deu um leve toque para tirar do alcance de Matheus Cavichioli, decretando o empate.
A Chape respondeu ao golpe sofrido e no lance seguinte carimbou o poste de Tadeu com Marlone. Mas, embora a tentativa de voltar à frente dos visitantes, o Goiás continuou crescendo na partida e ensaiou uma virada. Thiago Galhardo ficou com a chance do jogo para o Esmeraldino e perdeu a chance de confirmar a reviravolta.
A Chapecoense estava nas cordas, com o Goiás pressionando por todos os lados, mas novamente a saída em contragolpe e a eficiência do seu centroavante deram a vantagem aos visitantes. Em mais uma assistência de Marcinho, Mário Sérgio voltou a aparecer livre na área e cabeceou sem chances para Tadeu, garantindo a recuperação da Chape.
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Holanda usa a fora area para eliminar a Turquia e sua torcida fantica e seguir na Euro :: ogol.com.br

Como em todos os jogos da fase de quartas de final da Eurocopa, a Holanda também sofreu para arrancar a classificação. Diante da Turquia, fortemente apoiada pelos seus fanáticos torcedores, a seleção holandesa precisou mais uma vez usar a sua força aérea para conquistar uma virada relâmpago na reta final e carimbar o seu passaporte para a semifinal.
Com a vitória por 2 a 1, os comandados de Ronald Koeman avançam na Euro para encarar a Inglaterra, que passou pela Suíça nos pênaltis. As duas seleções duelam na próxima quarta-feira (10), às 16h.
Joia brilha, Turquia para a Holanda e surpreende
A Holanda entrou em campo com o favoritismo ao seu lado, mas a Turquia tinha o entusiasmo das boas atuações e a maioria esmagadora da torcida nas arquibancadas. O cenário se confirmou com a bola rolando, quando os holandeses tomaram a posse de bola, enquanto os turcos eram verticais e objetivos.
Apesar de tomar a iniciativa, a Holanda esbarrou em uma marcação fechada e preparada para neutralizar os principais pontos. Gakpo e Depay até se movimentaram pelo setor ofensivo e não acharam liberdade para trabalhar. Os comandados de Ronald Koeman procuraram outras alternativas para tentar abrir a zaga turca, mas dominaram a posse de bola sem ser efetivos.
O primeiro e único grande arremate dos holandeses veio logo no minuto inicial. Na principal trama, Depay tabelou com Gakpo, invadiu a área brigando com a defesa e mandou por cima.
A Turquia seguiu fiel à sua estratégia e ao ritmo da sua torcida nas arquibancadas foi crescendo na partida. Inicialmente indo ao ataque somente nos contragolpes, a seleção começou a gostar da posse de bola após concretizar a primeira missão de parar o ataque holandês.
Com espaço e com confiança, os turcos foram aumentando o volume ofensivo até que a sua principal joia tirou mais um coelho da cartola e abriu o caminho para surpreender os adversários. Aos 36, Arda Güler descolou cruzamento na medida e achou Akaydin livre no segundo poste, que somente precisou escorar para as redes.
Bola aérea salva e a Holanda evita a zebra
Na volta do intervalo, Koeman colocou Weghorst em campo e deixou clara a sua estratégia: empilhar cruzamentos na área. Se a Holanda encontrava dificuldades para jogar com a bola no chão, o treinador explorou o outro ponto forte da seleção e apostou todas as suas fichas na força aérea.
Desde o primeiro minuto, Weghorst se tornou um incômodo para a defesa turca e brigava por cada bola alçada dentro do seu habitat. Nas tentativas iniciais, o centroavante conseguiu ganhar a primeira batalha pelo alto, mas ninguém aparecia para completar.
A Turquia se assustou com o volume adversário e por alguns momentos perdeu a sua força no contragolpe. Novamente, a seleção precisou da sua joia para voltar a ser ambiciosa no ataque e recuperar sua intensidade ofensiva. Em cobrança de falta, Arda Güler disparou um canhotaço e carimbou o poste de Verbrüggen. Logo em seguida, Yildiz arriscou da entrada da área, o goleiro holandês salvou na primeira e Weghorst evitou que Yilmaz empurrasse para a rede no rebote.
O duplo susto sofrido pela Holanda ligou o sinal de alerta desta vez do lado laranja e recomeçou uma blitz. Com uma postura definida, os holandeses continuaram apostando na bola aérea até encontrar as redes. Aos 25, a defesa turca vacilou pela primeira vez e De Vrij subiu completamente livre, testando com força nas redes para deixar tudo igual.
A Holanda não se contentou com a igualdade e aproveitou a defesa adversária atordoada para emplacar a virada imediata. Apenas cinco minutos depois do empate, Dumfries cruzou no segundo poste e Gakpo dividiu com Murdur, forçando o zagueiro turco a mandar contra a própria meta para assinar a virada.
A Turquia foi dos céus ao inferno em cinco minutos e precisou correr atrás do prejuízo na reta final. Vertical e objetiva, a seleção voltou a criar chances claras, mas desta vez faltou com a sorte.
Aos 39, Celik pegou a sobra e chutou na meta com o goleiro caído, mas Van de Ven salvou em cima da linha. Arda Güler também recebeu sua chance e De Vrij desviou com as costas. A Turquia insistiu, Verbruggen precisou ser milagroso, a Holanda suportou a pressão e impediu o empate. A zebra passeou em Berlin, mas a cor laranja conseguiu afastar o susto.
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